Fugindo da violência no Brasil, Luana Piovani afirma que venderia bolo em Portugal - Entretenimento

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Preparando as malas17/07/2018 | 12h34Atualizada em 23/07/2018 | 18h25

Fugindo da violência no Brasil, Luana Piovani afirma que venderia bolo em Portugal

Em processo de mudança de país com sua família, ela pretende seguir trabalhando na carreira de atriz, mas não veria problema em atuar em outra área

GaúchaZH
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Acompanhada do marido Pedro Scooby e dos filhos, Dom, Bem e Liz, Luana Piovani se prepara para se mudar para Portugal. Em um vídeo ao vivo que foi ao ar em seu canal no YouTube, a atriz comentou sobre o processo da mudança, prevista para daqui a cinco meses, além de ressaltar os motivos que a fizeram deixar o Brasil. 

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– Estou ansiosa porque é uma mudança muito grande. Vou começar a mudar agora. Já estou organizando o "desfazimento" de tralha. Não sei se vou ter esse espaço na casa de lá – relatou Luana, enquanto respondia perguntas de fãs.

A principal motivação da atriz em deixar o país  é a violência:

– Tive vontade de sair do Brasil porque tive filhos e percebi que a violência está chegando bem perto de mim e deles. Fiquei imaginando a vida dele (Dom, seu filho mais velho) maior, na pré-adolescência. A vida inteira eu fui na casa das minhas amigas, andava de bicicleta, passeava. Como vai ser? Aquele garoto que só anda de carro blindado, de bicicleta dentro do condomínio, que não pode ir pra praia de bike? Quero que ele ande de ônibus, quero dar asas para o meu filho. Não quero que seja o garotinho de classe média alta que vive dentro de uma bolha. Esse é o motivo mais forte.

Em Portugal, Luana pretende seguir trabalhando na carreira de atriz. Porém, se não conseguir nenhum papel, ela não vê problema em trocar de área. 

– Eu vou em busca do que eu quero, e o que eu quero é dignidade. O Brasil não oferece dignidade, definitivamente. Então, se precisar eu vou vender roupa em loja sim, feliz da vida. Vou fazer um bolo, vou na porta de uma escola vender bolo. Claro, que isso não vai me trazer o dinheiro que eu gasto hoje, mas a gente se adequa  – afirmou. – É melhor passar justo lá, que te dá as coisas básicas para viver, do que aqui. Eu não tenho medo do novo, de desafio. Além de que eu sempre acho que, se começar a fazer bolo, em três anos vou abrir uma loja de bolo, porque eu acredito em mim. Se eu for fazer bolo, vou fazer um puta bolo, todo mundo vai querer comer meu bolo – completou. 

Segundo Luana, seus móveis e roupas devem ser vendidos em um bazar, que arrecadará dinheiro para ajudar crianças portadoras da Ame (Atrofia Muscular Espinhal). 

– Vou levar um terço do closed, o que for muito especial. Esses vestidinho cariocas, fofos, coloridos, que eu adoro, tenho uns 270 e vou levar uns 15 – garantiu.

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