Campeã do "BBB 19", Paula desabafa sobre acusações de racismo: "Fui à delegacia como bandida"  - Entretenimento

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Investigação09/05/2019 | 11h41

Campeã do "BBB 19", Paula desabafa sobre acusações de racismo: "Fui à delegacia como bandida" 

Em entrevista, mineira contou que ainda não encontrou Rodrigo, ex-BBB que prestou queixa contra a sister

Campeã do "BBB 19", Paula desabafa sobre acusações de racismo: "Fui à delegacia como bandida"  Reprodução/Globo
Paula von Sperling precisou prestar depoimento à Decradi Foto: Reprodução / Globo

Paula von Sperling, campeã do Big Brother Brasil 19, falou pela primeira vez à imprensa sobre as acusações de racismo e intolerância religiosa dentro do reality show. Em entrevista ao programa de Otaviano Costa, da Rádio Globo, a mineira disse que se sentiu tratada como uma bandida quando foi à Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), no Rio de Janeiro, prestar seu depoimento.

— Foi a primeira vez que fui para uma delegacia, e fui para lá como uma bandida. Eu quero muito mudar, e lá dentro mesmo o Rodrigo me dava alguns toques. 

Com a investigação agora nas mãos do Ministério Público do Rio, que irá decidir se a jovem será processada ou terá a denúncia arquivada, Paula conta que ainda não conseguiu se encontrar com o próprio Rodrigo para se desculpar:

— Eu vi que é uma coisa errada em mim, que preciso segurar muito, porque é errado falar o que falei. Até agora, não falei com Rodrigo, mas acho que não tem interesse da parte dele.

A vencedora do último BBB disse que ficou sabendo da investigação pela irmã e que ficou surpresa com a repercussão de suas falas:

— Quem me falou do problema foi minha irmã, Monica. E eu fiquei: "O quê?". Não entendi nada. Eu fiquei um pouquinho preocupada, só um pouquinho. Notei que precisava corrigir um problema sério em mim,  eu acho que isso que está acontecendo não vai dar mais tanta repercussão, porque o programa não está mais no ar.

 A sister está sendo investigada por intolerância religiosa e racismo após dizer que sentia medo de Rodrigo (adepto de religiões africanas) por ele ter contato com "esse negócio de Oxum" e ter declarado que "nosso Deus é maior".  

A pena prevista pelo crime é prisão de um a três anos e multa.



 
 
 
 
 
 
 
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