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Falando de Sexo23/06/2019 | 15h37Atualizada em 23/06/2019 | 15h38

Diminuir a frequência do sexo é normal

A quantidade de relações não é garantia de felicidade

Andrea Alves e Lucia Pesca

O sexo está escasso aqui em casa, mas parece que nenhum de nós anda preocupado com isso. A gente chega em casa, à noite, e cada um se liga na sua série ou no seu celular. Será que a gente perdeu o tesão um pelo o outro ou não é só conosco que isso ocorre?

falando de sexo, novo card.
Foto: Reprodução / Reprodução

No geral, houve uma queda na frequência sexual do brasileiro nos últimos anos, principalmente entre os maiores de 25 anos, casados ou que vivem junto.

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Queda comprovada

Em uma pesquisa de 2018, mulheres entre 35 e 44 anos relataram baixa no número de relações sexuais por semana, de quatro para duas. Homens da mesma faixa etária tiveram queda de quatro para três vezes. 

Não há uma frequência sexual adequada, mas, quando a pergunta é se as pessoas desejam fazer sexo com maior regularidade, 50% das mulheres e 64% dos homens respondem que sim. Esses números são mais altos entre pessoas casadas ou que moram com os parceiros.

Entre os motivos para a diminuição da frequência sexual, dois são os mais relatados: o tempo gasto nas redes sociais e a crise financeira.

Quanto melhores são os índices de saúde física e mental, maior a frequência sexual. Indivíduos empregados e com melhores salários também transam mais.

A quantidade de relações não é garantia de felicidade, mas, no geral, estudos indicam que pessoas que fazem mais sexo são mais saudáveis e contentes. Se a sua frequência sexual diminuiu muito, talvez valha a pena se perguntar por que e procurar ajuda.

 
 
 
 
 
 
 
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