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Estrelas da Periferia23/07/2019 | 07h00Atualizada em 23/07/2019 | 07h00

VÍDEO: Conheça o grupo gaúcho que pretende ir de mala e cuia para São Paulo

Samba Tchê tem dois trabalhos para serem lançados e planeja sua mudança para São Paulo em 2020.

Em 2015, com a proposta de encarar a música de maneira mais profissional, Kleber (surdo) decidiu fundar o Samba Tchê com integrantes dos bairros Lomba do Pinheiro, Belém Novo e Restinga. Depois de achar os primeiros parceiros para dar o pontapé inicial no grupo, ele seguia em busca de reforço. 

 PORTO ALEGRE, RS, BRASIL 21/07/2019 - Grupo Samba Tchê - Estrelas da Periferia. (FOTO: ROBINSON ESTRÁSULAS/AGÊNCIA RBS)
Grupo lança primeiro disco ainda neste ano Foto: Robinson Estrásulas / Agencia RBS

Em 2016, como uma espécie de cereja do bolo, quem entrou na banda foi um nome conhecido do pagode local: Dhado, ex-integrante do Ah! Muleke. O grupo gaúcho teve destaque no começo dos anos 2000, na Capital.

— Ele veio como um grande reforço no cavaquinho e agregou muito com a sua experiência. Nos tempos em que integrou o Ah! Muleke, morou em São Paulo, tem noção de mercado — afirma Kleber. 

Com a sua formação completa, o grupo passou a trabalhar na gravação do seu primeiro disco. Entre ensaios e shows em Porto Alegre e na Região Metropolitana, foi nascendo o álbum Nossa Batucada, que será lançado no próximo mês.

O material mescla samba e pagode. Contou com a produção de uma referência do gênero: Bira, pai de Anderson Leonardo, do Molejo, que veio a Porto Alegre para trabalhar com os gaúchos. Para aproveitar Bira, o grupo não perdeu tempo e encaminhou o lançamento do segundo disco. Esse também deve ser lançado neste ano.

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Novos ares

Apostando na faixa Pensa Bem, Samba Tchê já pensa nos próximos passos, que incluem a busca de novos ares. Para isso, a experiência de Dhado será fundamental.

— Ele sempre nos alertou que não é fácil. Mas, mesmo sendo difícil, a gente sabe que as oportunidades aparecem mais lá (em São Paulo)— reconhece Kleber. 

Segundo Dhado, vocal e cavaco da banda, a vontade dos músicos era permanecer em Porto Alegre. Mas, para eles, o mercado nacional "acontece" em outras bandas:

— Nosso projeto é morar em São Paulo. A ideia é que a gente faça a mudança no começo do ano que vem. Desde o início, a ideia sempre foi expandir o nosso trabalho. Infelizmente, sabemos que não tem como ampliá-lo morando aqui — comenta.

Se a sonhada mudança para a capital paulista se concretizar como o previsto, os gaúchos prometem não esquecer suas origens. Até por isso, o nome escolhido para a banda foi Samba Tchê.

— Existem muitos grupos de pagode no país. Queríamos algo para nos diferenciar, para gerar curiosidade no público — explica Dhado, para complementar:

— Quando a galera ouvir o nome Samba Tchê, vai nos identificar na hora, não tem perigo de confundir (risos).

Ainda integram a banda os músicos Marcio (reco-reco), Thales (repique de mão), Vágner (tam-tam), Cocinho (banjo) e Andy (pandeiro).  

Pitaco

Lelê, vocalista do grupo Louca Sedução, fala sobre o trabalho do Samba Tchê:

— A música (Pensa Bem) tem um refrão fácil. Se for bem divulgada, certamente vai cair no gosto musical da galera que gosta de um bom samba. São músicos muito bons e com a experiência do Dhado, o grupo tem tudo para fazer sucesso.

Aqui, o espaço é todo seu

— Para participar da seção, mande um pequeno histórico da sua banda, dupla ou do seu trabalho solo, músicas e vídeos e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br.

— Se quiser falar com a banda, ligue para o telefone 98910-7057.


 
 
 
 
 
 
 
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