Carlinhos Maia é criticado por riscar e deixar "marca" em quadro de hotel após sentir "medo" - Entretenimento

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Interferência30/10/2019 | 10h18Atualizada em 30/10/2019 | 10h18

Carlinhos Maia é criticado por riscar e deixar "marca" em quadro de hotel após sentir "medo"

Obra retratava silhueta de uma mulher, cujo rosto foi alterado com rabiscos do youtuber e humorista

Carlinhos Maia é criticado por riscar e deixar "marca" em quadro de hotel após sentir "medo" Reprodução/Instagram
Carlinhos Maia disse que pediu autorização da dona do hotel para deixar a "sua marca" no quadro Foto: Reprodução / Instagram
GaúchaZH
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Uma das personalidades mais populares das redes sociais, Carlinhos Maia foi criticado por rabiscar um quadro exposto em um hotel de Aracaju, em Sergipe, onde estava hospedado. Ele publicou uma série de vídeos no Instagram mostrando que desenhou olhos, boca e nariz no rosto de uma mulher retratada na obra.

A atitude de Maia foi considerada desrespeitosa com a artista, que assina o quadro com o nome de Lau. Quando divulgou os vídeos mostrando as alterações no quadro, ele postou uma imagem com a legenda: "Os hóspedes desse hotel vão me agradecer". Também disse que desenhou olhos e sorriso na mulher retratada porque, sem rosto, ela lhe inspirava medo. 

Uma das críticas partiu de outro fenômeno da internet, Felipe Neto. "Olha, numa boa... Não dá mais para passar pano para quem segue esse cara e acha maneiro", escreveu o youtuber nas redes sociais.

Com a polêmica, Carlinhos Maia se defendeu. Ele fez vídeos explicando que pediu a autorização do hotel para rabiscar o quadro. 

"Antes de riscar e deixar a minha marca, como já fiz em outros hotéis que permitiram a brincadeira, eu liguei para a dona do hotel, Dani, e ela me autorizou", justificou ele.

Maia também disse que, com a interferência de seus rabiscos, a dona do hotel está leiloando o quadro.

Uma internauta identificada no Twitter como @iza_ivy disse que conhecia a autora do quadro rabiscado e angariou milhares de curtidas quando escreveu que a permissão do estabelecimento era um "absurdo". 


 
 
 
 
 
 
 
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