Michele Vaz Pradella: "Segunda Chamada" é um necessário soco no estômago do telespectador - Entretenimento

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Noveleiros19/10/2019 | 10h00Atualizada em 19/10/2019 | 10h00

Michele Vaz Pradella: "Segunda Chamada" é um necessário soco no estômago do telespectador

Nova série impressiona pelo realismo e crueza das cenas

Michele Vaz Pradella: "Segunda Chamada" é um necessário soco no estômago do telespectador Mauricio Fidalgo/TV Globo/Divulgação
Foto: Mauricio Fidalgo / TV Globo/Divulgação

Nem só de novelas vive esta coluna. Afinal, a teledramaturgia atual é rica em outros tipos de produção. No dia 8, uma estreia em especial ganhou merecido destaque: Segunda Chamada, série que já teve dois episódios exibidos na Globo, tem todos os méritos para concorrer a prêmios nacionais e internacionais. 

O cenário sombrio dá o tom das cenas, que é para estômagos e mentes fortes. Na fictícia Escola Carolina Maria de Jesus, voltada para o ensino de adultos, as piores tragédias estão sempre à espreita. Matriculados nas aulas noturnas, os alunos têm histórias problemáticas, lutam pela sobrevivência durante o dia, mas, muitas vezes, não conseguem se desvencilhar das mazelas, que os acompanham até a escola.

Heróis do cotidiano

Lúcia ( Debora Bloch ), segunda chamada
Foto: Mauricio Fidalgo / TV Globo/Divulgação

Nesse ambiente hostil, um elenco impressionante dá vida a verdadeiros heróis — entre alunos e professores. Hermila Guedes, como Sônia, Débora Bloch, a Lúcia, Talita Carauta, como Eliete, e Carol Duarte, a Solange, brilharam nos primeiros episódios. 

Os mestres também carregam seus dramas, mas tentam mostrar que a educação é a saída para todos. Narrativa forte e realista, mas muito necessária.

 
 
 
 
 
 
 
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