"Tinha gente chorando na frente do palco", diz Léo Bruni, sobre turnê do Tchê Garotos nos Estados Unidos - Entretenimento

Vers?o mobile

 
 

Gaudérios tipo exportação18/10/2019 | 11h42Atualizada em 18/10/2019 | 11h42

"Tinha gente chorando na frente do palco", diz Léo Bruni, sobre turnê do Tchê Garotos nos Estados Unidos

Depois de três shows, músicos já estão na estrada novamente, com bailes em Santa Catarina e no Paraná

Em solo brasileiro deste quinta-feira (17), os músicos do Tchê Garotos retornam ao país, depois de sua terceira turnê pelos Estados Unidos (as anteriores foram em 2006 e 2012). Após três shows (um na região de Washington, outro em Boston e o último em Newark, no fim de semana passada), os gaudérios não terão muito descanso, pois a agenda já marca quatro bailes desta sexta (18) até este domingo (20), entre Santa Catarina e o Paraná. Mesmo assim, eles pegam a estrada novamente com baterias recarregadas, muito por conta da troca de experiências com brasileiros que moram nos Estados Unidos, e que estavam nas plateias dos shows do Tchê.

tchê garotos, turnê nos estados unidos, show em boston.
Em Boston, baile para mais de mil pessoasFoto: Mateus Moraes / Divulgação

— Foram bailes para brasileiros que têm muita saudade do país. Tocamos nosso repertório da antiga, todo mundo pilchado, o Luiz Cláudio (que voltou ao grupo no início de 2018), no vocal, os caras ficam loucos. Tinha gente chorando na frente do palco — conta Léo Bruni, baixo e voz do grupo, em entrevista por WhatsApp, ainda nos Estados Unidos.

Entre um show e outro, é claro, os gaudérios acharam um tempo para conhecer pontos turísticos, como a Times Square, em Nova York. Ainda conforme Léo, os bailes tiveram um público expressivo. Um deles, na região de Washington, ficou lotado.

tchê garotos, turnê nos estados unidos, foto na times square, em nova york.
A turma, na Times Square, em Nova YorkFoto: Mateus Moraes / Divulgação

— Pra gente, a sensação foi maravilhosa. Nós somos aquele elo de ligação deles (com o Brasil), pois muitos ainda estão longe de casa há muitos anos. Eles enxergam a gente como o país deles, querem tirar foto, ficar perto. A valorização que eles nos deram aqui foi sensacional —  completa Léo.

 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros