Michele Vaz Pradella: Em "Éramos Seis", agora, são cinco - Entretenimento

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Noveleiros07/12/2019 | 10h00Atualizada em 07/12/2019 | 10h00

Michele Vaz Pradella: Em "Éramos Seis", agora, são cinco

A novela das 18h entra em uma nova fase após a morte do patriarca Júlio

Michele Vaz Pradella: Em "Éramos Seis", agora, são cinco Paulo Belote/TV Globo/Divulgação
Foto: Paulo Belote / TV Globo/Divulgação

Uma nova fase iniciou-se, nesta semana, em Éramos Seis. Com a morte de Júlio (Antonio Calloni), Lola (Gloria Pires) e os filhos terão que aprender a seguir em frente sem o patriarca. 

Em uma época que relegava as mulheres a um papel secundário, Lola enfrentará o preconceito da sociedade ao tomar as rédeas da família.

As sequências que mostraram a piora no estado de saúde e sua consequente morte foram as mais emocionantes da trama até aqui. Calloni se descolou do papel do monstruoso Roger Sadala, da série Assédio, ainda que Júlio não fosse um "mocinho". O chefe da família Lemos tinha seus defeitos, mas tentava dar uma vida confortável para a esposa e para os filhos. Era um homem de seu tempo, machista e rígido, mas tinha um bom coração.

Em todas essas nuanças, Calloni foi impecável e fez uma dobradinha de dar gosto com Gloria Pires.

Jovens talentos

éramos seis,  Alfredo ( Nicolas Prattes )
Foto: Raquel Cunha / TV Globo/Divulgação

As cenas dramáticas que foram ao ar durante esta semana confirmaram o talento de jovens atores como Giullia Buscacio (Isabel), André Luiz Frambach (Julinho) e Danilo Mesquita (Carlos). Mas foram de Nicolas Prattes os momentos mais intensos e memoráveis. 

Na pele de Alfredo, o mais problemático dos filhos, ele se mostrou à altura de um personagem tão complexo. Deixa nas entrelinhas que Alfredo sempre foi quem mais amou o pai. Duvido que alguém não tenha chorado com as cenas.

 
 
 
 
 
 
 
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