Mistura de gêneros dá o tom do Sambaclã - Entretenimento

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Estrelas da Periferia11/02/2020 | 08h55Atualizada em 18/02/2020 | 10h11

Mistura de gêneros dá o tom do Sambaclã

Grupo com origem na zona leste de Porto Alegre combina diferentes referênciaspara se diferenciar de outros do gênero.

Mistura de gêneros dá o tom do Sambaclã Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Um samba diferente, formado por uma mistura de vários ritmos. Assim é o Sambaclã, nascido na zona leste de Porto Alegre, mas que começa a alçar voos cada vez mais altos. 

Formado por Rodrigo Souza, no cavaco, Vinícius Pinheiro, no violão, Lucas Jesus, no surdo, Bruno Almeida, nos vocais, Luis Felipe Silveira, no rebolo, e pelo caçula João Bones, no pandeiro, o grupo começa a mostrar sua proposta para além da Capital. 

Prestes a lançar a primeira música de trabalho, Sonho Bom, nas plataformas digitais, o Sambaclã tem feito shows pelo interior do Estado e também no Litoral.

Rodrigo conta um pouco como tudo começou:

— Em 2018, a gente juntou essa rapaziada porque estava com vontade de fazer um som diferente, que misturasse outros estilos. Alguns meninos vieram de outro projeto, o Samba do Limão, que é só samba de raiz.

Versatilidade

Não à toa, uma banda tão versátil só poderia ter influências de gêneros diferentes. Rodrigo destaca Dilsinho, Tiê, Ferrugem e Melim como alguns dos ídolos da galera. 

Mas o Sambaclã ainda traz um pouco de rap, pop e até poesia. Tudo para fazer um som o mais diferenciado possível. Eles garantem que, a cada apresentação, o público se surpreende com a mistura de ritmos que toma conta do palco. Bastam os primeiros acordes para que os meninos provem que não são uma banda comum. 

Versáteis no palco e na vida, os rapazes dividem seu tempo entre a música e outras atividades. Rodrigo é tatuador e mantém um estúdio, onde Vinícius e Lucas atuam como cabeleireiros. Luis Felipe trabalha na área da saúde. E João, o mais jovem da turma, quando não está tocando, foca nos estudos.

Nos últimos dias, Sambaclã passou por Pelotas, Rio Grande e Santa Maria. Agora, a expectativa é pelo show de sábado, em Capão da Canoa. 

— Esperamos formar um trabalho sólido para contribuir com o cenário musical do samba e do pagode — diz Rodrigo.

Pitaco de Quem Entende 

Lelê, do Louca Sedução, curtiu o som da rapaziada:

— Sambaclã é mais um grupo talentoso da nova geração que está chegando. São meninos de muito futuro. Destaco a batucada forte e o cantor do grupo (Bruno Almeida), que tem muito talento e presença de palco!

AQUI, O ESPAÇO É TODO SEU!

— Para falar com o Sambaclã, ligue para 99111-9125 

— Se quiser participar da seção, mande um pequeno histórico da sua banda, dupla ou do seu trabalho solo, músicas, vídeos e um telefone para o e-mail michele.pradella@diariogaucho.com.br.



 
 
 
 
 
 
 
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