"Hoje, nosso foco não é só a música e, sim, ajudar quem precisa", diz vocalista do grupo D¿karanova - Entretenimento

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Estrelas da Periferia05/05/2020 | 12h22Atualizada em 05/05/2020 | 12h22

"Hoje, nosso foco não é só a música e, sim, ajudar quem precisa", diz vocalista do grupo D¿karanova

Banda, que surgiu no Partenon, promove lives semanais e pretende ajudar moradores de Alvorada, vítimas de incêndio em abril

Há quase quatro anos, com a inusitada união de ritmos tão diferentes como o pop, samba, charme, rap, funk e sertanejo, surgia, no bairro Partenon, zona leste de Porto Alegre, o grupo D’karanova. 

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Grupo surgiu há cerca de quatro anos, no PartenonFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A banda nasceu, segundo Dieguinho, vocalista e fundador, de seu sonho de criar uma grupo de pagode, mas que fosse além.

- Meu sonho sempre foi criar uma banda de pagode que fosse além e que tocasse de tudo: pop, samba, charme, rap, funk e sertanejo - explica Dieguinho. 

De acordo com o músico, a mescla das canções parte sempre de um pagode, base das faixas do D’karanova. Antes da pandemia de coronavírus, um dos destaques nos shows era a canção Ela Sabe, com a produção da banda Eh Expresso.

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Lives solidárias

Em tempos de pandemia, o D’karanova criou um projeto batizado de #NemFrioNemFome, no qual o grupo arrecada alimentos e agasalhos para entidades carentes. 

Nas lives, feitas todas as semanas nas redes sociais da banda, os músicos também fazem campanhas de arrecadação para ajudar moradores do bairro Aparecida, em Alvorada, que tiveram suas casas destruídas por um incêndio, em abril

- Estamos tentando arrecadar alimentos e outros itens para estas famílias, mas a demanda para outras famílias também é grande. Antes do incêndio, estávamos tentando arrecadar para pessoas que estão sem trabalhar, por conta da pandemia. Acreditamos que conseguiremos ampliar nosso grito solidário, com essa live, que ainda não é de alta qualidade, pelos poucos recursos que temos. Mas a gente coloca a mão na massa. Nos viramos e fazemos na garra mesmo - acredita Dieguinho, que completa:

- Hoje, nosso foco não é só a música e, sim, ajudar quem precisa. Acreditamos que a música, além de trazer felicidade, também pode ajudar quem precisa. Essa é a nossa ideia.

Ainda integram o grupo Cleiton (vocais), Diego Branco (pandeiro),  Adilson (violão), Gesner (percussão geral), Mauro (cavaquinho), John Lenon (bateria) e Will (teclado). 

Pitaco:

Nards, do Virozueira, fala sobre o trabalho dos pagodeiros:

- É uma galera que faz um samba redondo, cantores afinados, galera que se prepara para a divulgação. Hoje em dia, isso é importante para uma banda, estar preparada musicalmente e preocupada com a divulgação de suas músicas. 

Mostre seu trabalho por aqui!

- Para falar com o grupo, ligue para 981965346.

- Para participar da seção, mande um pequeno histórico da sua banda, dupla ou do seu trabalho solo, músicas, vídeos e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br.


 
 
 
 
 
 
 
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