Drica Moraes relembra como conheceu seu doador de medula óssea - Entretenimento

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"Conversa com Bial"22/10/2020 | 09h50Atualizada em 22/10/2020 | 09h50

Drica Moraes relembra como conheceu seu doador de medula óssea

Em entrevista, atriz falou sobre sua luta contra a leucemia

Drica Moraes relembra como conheceu seu doador de medula óssea Globo / Reprodução/Reprodução
Drica conheceu seu doador cinco anos após o transplante Foto: Globo / Reprodução / Reprodução
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No Conversa com Bial desta terça-feira (20), Drica Moraes, 51 anos, falou sobre sua luta contra a leucemia. No papo com Pedro Bial, a atriz relembrou o transplante de medula óssea, que era a única possibilidade de vencer à doença. Mesmo que achasse um doador compatível, ela tinha apenas 20% de chance de sobreviver.

— Quando eu penso que o futuro pode ser muito horrível e as coisas podem dar muito errado, eu ainda penso nos 20% que tinha 10 anos atrás. Eu tento fazer o melhor porque eu sei que é possível — comentou a artista.

Enquanto aguardava o transplante, Drica descobriu que nenhum de seus irmãos era compatível. O doador acabou sendo Adilson, um homem a quem ela só foi conhecer cinco anos depois do procedimento, quando conseguiu autorização.

— Depois de cinco anos, se você não morreu, você pode conhecer o seu doador. Então, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) me telefonou para eu falar com o meu doador — contou. 

Depois disso, ambos preencheram cartas de intenção e a atriz realizou o telefonema:

— "Eu disse 'Oi'. Ele disse 'oi fia'. Não tinha roteirista para escrever esse diálogo, eu não sabia o que dizer, o que você ia falar para uma pessoa dessas? Ele falou "você tá bem, fia?' Eu disse 'eu tô bem, você salvou minha vida. Qual o seu nome? Aí desenrolou-se todo um diálogo inexplicável em um programa como esse e eu falei no final que queria conhecê-lo — contou a atriz.

No dia seguinte, Drica viajou até a cidade de Presidente Prudente para conhecê-lo pessoalmente. Segundo a atriz, Adilson se inscreveu no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea) quando uma equipe do Sistema Único de Saúde (SUS) passou no curso de jangada que ele fazia. 

— Eu amo o Adílson em um grau. A gente se fala todos os dias e ele acabou se tornando o meu 8º irmão — afirmou a Pedro Bial. 

 
 
 
 
 
 
 
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