Manoel Carlos revela razão por trás do nome "Helena" para as protagonistas de suas novelas - Entretenimento

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Mistério 13/10/2020 | 10h57

Manoel Carlos revela razão por trás do nome "Helena" para as protagonistas de suas novelas

"Podia parecer que era minha mãe, minha irmã ou alguém da família, mas não era", disse o autor em participação no programa "Conversa com Bial"

Manoel Carlos revela razão por trás do nome "Helena" para as protagonistas de suas novelas João Miguel Júnior/TV Globo/Divulgação
"Foi Helena de Troia, e escolhi porque gosto do nome", explicou Manoel Carlos sobre a escolha do nome de suas personagens Foto: João Miguel Júnior / TV Globo/Divulgação
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Em uma participação no programa Conversa com Bial, da TV Globo, desta sexta-feira (9), o autor Manoel Carlos explicou o motivo por trás da escolha do nome Helena para as protagonistas de suas novelas. De Lilian Lemmertz a Taís Araujo, diversas atrizes tiveram a experiência de viver uma de suas "Helenas" nas telas. E a resposta do escritor está na mitologia grega: Helena de Troia, filha do deus Zeus e da mortal Leda, era a personagem conhecida por ser a mulher mais bela do mundo. 

— Foi Helena de Troia, e escolhi porque gosto do nome — revelou ele. — Curiosamente, tive duas filhas mulheres e nenhuma delas se chama Helena. As pessoas me perguntavam na rua: "Foi sua namorada, sua amante?".  Eu dizia: "Não". Podia parecer que era minha mãe, minha irmã ou alguém da família, mas não era, não.

Questionado pelo apresentador Pedro Bial se há um elemento em comum entre as personagens chamadas Helena, respondeu:

— Sim, se dilui e se acrescenta algo durante as novelas, mas a Helena é generosa, apaixonada por qualquer coisa, inclusive por qualquer homem, despojada, boa mãe, exemplo familiar. Acho que isso agradou também, essa mistura toda — refletiu.

Outra marca de suas tramas, a ambientação dos personagens no bairro Leblon, na Zona Sul do do Rio de Janeiro, também foi explicada:

— Eu escolhi o Leblon porque eu conheço bem o Leblon. Andava diariamente no Leblon, de mãos dadas com meu filho. Cumprimentava o carteiro, o moço do açougue… Todos sabiam os nomes dos meus filhos — explicou o autor.

 
 
 
 
 
 
 
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