Cristina Ranzolin fala sobre a crioterapia, técnica para evitar queda de cabelo durante a quimioterapia - Entretenimento

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Congela os fios19/11/2020 | 09h34Atualizada em 19/11/2020 | 09h34

Cristina Ranzolin fala sobre a crioterapia, técnica para evitar queda de cabelo durante a quimioterapia

"O médico me disse que diminui as chances de perder o cabelo, mas não é certo", contou a jornalista em entrevista à Donna

Cristina Ranzolin fala sobre a crioterapia, técnica para evitar queda de cabelo durante a quimioterapia Tadeu Vilani/Agencia RBS
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

A apresentadora Cristina Ranzolin voltou ao comando do Jornal do Almoço, na RBS TV, nesta quarta-feira (18). A jornalista estava afastada da atração desde o início de novembro em razão do tratamento contra um câncer de mama.

Em conversa com a jornalista Alice Bastos Neves no programa, que, recentemente, também enfrentou a mesma doença, Cristina contou ao público que, para evitar perder o cabelo durante o tratamento,  aderiu à técnica da crioterapia.

— Estou fazendo um tratamento que gela a raiz do cabelo e faz com que o remédio não chegue. É uma tentativa, não é certo  — relatou.

Indicada para alguns pacientes, a técnica consiste no resfriamento do couro cabelo com o objetivo de impedir que as drogas usadas na quimioterapia cheguem ao couro cabeludo provocando a queda dos fios, como explicou a médica Taiana Saraiva à GZH, em 2018

— Vulgarmente explicando, no momento que uso a touca congelada, há uma vasoconstrição e a droga não chega ao bulbo capilar. Assim, preserva essas células. 

No programa, a jornalista disse ainda que, em função da técnica, não pode usar secador quente ou fazer escova. Em entrevista exclusiva à Donna, Cristina já havia adiantado detalhes sobre a crioterapia.

— Depois que vi qual seria o tratamento, meu médico disse que podia tentar um técnica para segurar o cabelo, a crioterapia. É uma touca gelada que colocamos antes e depois do quimioterápico. O médico me disse que diminui as chances de perder o cabelo, mas não é certo. Há quem perca um pouco, tem quem perde mais, menos. Me adaptei bem, tem mulheres que não se adaptam porque a touca tem menos três graus. Para mim, fui bem suportável. Se fosse um sofrimento, não faria. Mas é uma tentativa para não perder, não quer dizer que não vou — explicou.

No bate-papo com Donna, a apresentadora disse que a perda dos fios, efeito colateral frequente em pacientes que fazem quimioterapia, não foi uma questão crucial:

— Não te digo que é algo que estou preocupada, porque meu cabelo cresce muito rápido. E hoje em dia tem tanta peruca, né? Lindas. A Alice (Bastos Neves) careca ficou show. O cabelo curto ficou maravilhoso. Para mim, talvez não fique tão bem, mas gosto da ideia das perucas, estou tranquila.


 
 
 
 
 
 
 
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