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Piquetchê do DG08/03/2021 | 15h23Atualizada em 08/03/2021 | 15h29

Gaúcha ensaia coreografias de músicas regionais para o Miss Brasil Mundo

Andrieli Rozin será a nossa representante na final do concurso, que acontece em agosto.

Gaúcha ensaia coreografias de músicas regionais para o Miss Brasil Mundo Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Um dos cenários de ensaio foi a Usina do Gasômetro Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Usando como cenário um dos cartões-postais de Porto Alegre, a Usina do Gasômetro, a gaúcha Andrieli Rozin, eleita Miss Pampa Gaúcho, em 2020, gravou uma coreografia pra lá de diferente, para representar o Rio Grande do Sul no Miss Brasil Mundo. Sob a direção de Juarez Júnior, coreógrafo e ativista cultural, Andrieli coreografou dois clássicos da música gaúcha: Milonga para as Missões, de Renato Borghetti e Hino Ao Rio Grande, do mestre Paixão Côrtes (1927 - 2018). A final do Miss Brasil Mundo acontece em Brasília, em agosto, mas a data pode ser postergada, por conta da pandemia de coronavírus. Andriele, que mora no Rio de Janeiro, atualmente, também é empresária e atriz e vem sendo muito elogiada pelo coreógrafo. 

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- A preparação não foi fácil, estamos preparando essa coreografia desde outubro de 2020. A Andri além de dançar, canta, declama e toca bumbo leguero. Tentamos trazer a mescla da força e da sensibilidade da mulher gaúcha. Todos os movimentos foram criados especificamente para esta dança - explica Juarez.  

Segundo Juarez, a prova de talentos, uma das etapas do Miss Brasil Mundo, não prevê a obrigatoriedade de temas regionais. Mesmo assim, Andrieli fez questão de levar a nossa cultura para o concurso.

- Ela é uma artista completa, ajudou muito para o desenvolvimento e o nível de criação que conseguimos alcançar. Ter a Usina do Gasômetro como cenário é um grande orgulho para nós. É uma vitória poder levar nossa cultura para um dos maiores concursos de beleza do mundo. A tradição gaúcha, mais uma vez, rompe barreiras - completa Juarez.

Andrieli, que se diz engajada em ações sociais, pretende intensificar essas iniciativas no concurso. A gaúcha já foi primeira princesa no concurso A Mais Bela Gaúcha, em 2014. 

- Pretendo me engajar mais ainda, o concurso dará uma visibilidade para várias questões que eu defendo e me interesso. Um dos requisitos do concurso é o meu atual projeto social, tendo a empatia pelo próximo, o meio de imaginarmos a condição difícil atual e, assim, juntos realizarmos um projeto de esperança e amor - completa Andrieli, 22 anos. 




 
 
 
 
 
 
 
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