Sidney Magal avalia participação no "The Masked Singer Brasil": "É legal fazer algo em que todo mundo se diverte" - Entretenimento

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Dogão  no "Encontro"11/08/2021 | 15h37Atualizada em 11/08/2021 | 15h39

Sidney Magal avalia participação no "The Masked Singer Brasil": "É legal fazer algo em que todo mundo se diverte"

Cantor foi o primeiro eliminado do novo reality musical da Globo

Sidney Magal avalia participação no "The Masked Singer Brasil": "É legal fazer algo em que todo mundo se diverte" Globoplay / Reprodução/Reprodução
Sidney Magal no "Encontro" Foto: Globoplay / Reprodução / Reprodução
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O cantor Sidney Magal foi o eliminado da primeira noite do The Masked Singer Brasil, mas as emoções seguem fortes após deixar o reality musical. No Encontro desta quarta-feira (11), Fátima Bernardes recebeu o artista fantasiada de Dogão, a fantasia que ele utilizou no programa, para falar como foi encarar o desafio.

Nitidamente emocionado, Magal falou que se animou em participar da atração ao pensar na imagem que a neta Madalena, de um ano e meio, teria daquele momento.

— Hoje de manhã passaram as imagens do programa para ela, bem na hora em que tiro a máscara, e a Madalena disse: "É o vovô". Isso me matou. Queria que essa imagem ficasse para a minha neta. É ela e a minha família que me fazem seguir em frente, por isso agradeço sempre de ter uma família bem estruturada, é importante para mim e é legal fazer algo em que todo mundo se diverte — disse o cantor.

Magal contou que gostou da experiência de viver  o anonimato nos bastidores, enquanto se preparava para o reality. Ele participava dos ensaios encapuzado e com roupas pretas, sem autorização para falar com outras pessoas nos corredores da emissora.

O cantor também recordou um dos dias em que, durante um ensaio, acabou esbarrando em uma senhora, que ficou assustada com o look dele.

— Eu estava completamente de preto, e chegou um motoboy ao mesmo tempo. Ela achou que ia ser assaltada ali (risos). Mas ficou tudo bem, tranquilizamos ela e é muito legal esse anonimato, porque levamos alegria para os outros — comentou.

Um pouco afastado dos holofotes, o cantor avaliou sua carreira e disse acreditar que nunca encontrou alguém com uma linha musical semelhante.

— Se surgir alguém, queria ser empresário dele — divertiu-se. — Mas nunca vi alguém parecido, então acho que sobreviverei bastante tempo nessa linha do brega e fica na expectativa de ter alguém que vai ser parecido. É como o Ney Matogrosso. Tem gente que chega próximo, mas não consegue ser igual de fato.

 
 
 
 
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