Tony Ramos se emociona ao falar da morte de Paulo José e Tarcísio Meira: "Soco no estômago" - Entretenimento

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Luto13/08/2021 | 11h20Atualizada em 13/08/2021 | 11h32

Tony Ramos se emociona ao falar da morte de Paulo José e Tarcísio Meira: "Soco no estômago"

Ator concedeu entrevista à Rádio Gaúcha sobre os colegas de profissão

Tony Ramos se emociona ao falar da morte de Paulo José e Tarcísio Meira: "Soco no estômago" Reprodução / Globonews/Globonews
Foto: Reprodução / Globonews / Globonews
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Nesta quinta-feira (12), o ator Tony Ramos participou do programa da Rádio Gaúcha, Gaúcha +, e falou sobre a perda dos colegas de profissão Tarcísio Meira e Paulo José. O ator contou que recebeu a notícia da morte de Tarcísio Meira, que faleceu por covid-19 nesta manhã,  com o coração já apertado pelo falecimento recente de Paulo José, que não resistiu a um quadro de pneumonia nesta última quarta-feira (11)

— Vai passando um filme quando a gente tem que falar sobre um companheiro e dar as dimensões de Paulo José. E hoje outro soco no estômago que é a perda do nosso querido Tarcísio. 

Emocionado, o ator lembrou de momentos em que dividiu o trabalho com os artistas e contou que mantinha contato frequente com o filho de Tarcísio Meira, que aparentava ter esperanças sobre o estado de saúde do pai. 

— É uma amizade de 45 anos, não meses. Uma amizade de fato, em que ríamos, chorávamos, trocávamos ideias, projetos, nos visitávamos... E era sempre um prazer porque ele tinha uma risada franca e larga, assim como a Glória tem. 

Ao lembrar das memórias com Tarcísio Meira, Tony Ramos destacou com carinho os momentos em que se divertiam com piadas:

— Quando estávamos contando pequenas anedotas, aquelas que são as de sempre, e ele mesmo sabendo que eram as de sempre dizia "conta de novo", e eu respondia "mas eu já contei". E ele falava "mas é bom rir". Eu quero lembrar disso. 

Tony Ramos também falou sobre o lado pessoal de Tarcísio ao qual o público não tinha muito acesso. De acordo com o artista, o colega era muito discreto e quando fazia uma boa ação, mantinha-a em silêncio, além de estar sempre preocupado com o próximo.

— Eu quero lembrar dele assim: um homem discreto, ousado, sonhador — comenta —  um grande cavalheiro.


 
 
 
 
 
 
 
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