Filha do piloto de avião que levava Marília Mendonça quer processar empresa de energia de Minas Gerais - Entretenimento

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Para melhorar a sinalização18/11/2021 | 09h40Atualizada em 18/11/2021 | 09h41

Filha do piloto de avião que levava Marília Mendonça quer processar empresa de energia de Minas Gerais

Vitória Medeiros afirma que a intenção é proteger a vidas de outras pessoas. O pai dela e os demais ocupantes da aeronave morreram após a queda

Filha do piloto de avião que levava Marília Mendonça quer processar empresa de energia de Minas Gerais Wilson Martins / Diário de Caratinga/Divulgação/Diário de Caratinga/Divulgação
Avião de levava Marília Mendonça atingiu uma linha de distribuição de energia e caiu no interior de Minas Gerais Foto: Wilson Martins / Diário de Caratinga/Divulgação / Diário de Caratinga/Divulgação
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Uma das filhas do piloto Geraldo Medeiros Júnior, que levava a cantora Marília Mendonça para um show em Minas Gerais quando o avião caiu, em 5 de novembro, disse nesta quarta-feira (17) que vai processar a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). A aeronave   atingiu um cabo de uma torre de distribuição da empresa antes da queda.

Em seu perfil no instagram, Vitória Medeiros, 19 anos, publicou um vídeo nos stories em que afirma que o espaço não estava devidamente sinalizado:

— Se tivesse essa sinalização, tudo poderia ser diferente e isso vai ser importante principalmente para proteger a vida de outras pessoas, caso haja uma emergência — afirmou a jovem sobre o acidente que matou as cinco pessoas que estavam a bordo.

A filha de Geraldo prestou diversas homenagens ao pai em seu perfil no Instagram. O piloto de avião deixou outros dois filhos.

O que diz a empresa responsável

A Cemig informou em nota oficial que a linha de distribuição atingida pelo avião estava fora da zona de proteção do Aeródromo de Caratinga. 

A empresa ainda reiterou que segue rigorosamente as Normas Técnicas Brasileiras e a regulamentação em vigor em todos os seus projetos. Confira a íntegra do comunicado da companhia:

A Cemig esclarece que a Linha de Distribuição atingida pela aeronave prefixo PT-ONJ, no trágico acidente de 5 de novembro, está fora da zona de proteção do Aeródromo de Caratinga, nos termos de Portaria específica do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), do Comando da Aeronáutica Brasileiro (como mostra imagem já divulgada pela Cemig).

Reiteramos que a Cemig segue rigorosamente as Normas Técnicas Brasileiras e a regulamentação em vigor em todos os seus projetos.

A sinalização por meio de esferas na cor laranja é exigida para torres em situações específicas, entre elas estar dentro de uma zona de proteção de aeródromos, o que não é o caso da torre que teve seu cabo atingido.

As investigações das autoridades competentes irão esclarecer as causas do acidente. A Companhia mais uma vez lamenta esse trágico acidente e se solidariza com parentes e amigos das vítimas.

 
 
 
 
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