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Melhora19/11/2021 | 10h56Atualizada em 19/11/2021 | 11h01

Uma semana após acidente, sertanejo Thiago Costa deixa UTI

Artista passou por duas cirurgias e segue hospitalizado no Pará

Uma semana após acidente, sertanejo Thiago Costa deixa UTI Thiago Costa / Reprodução @thiagocostaoficial/Reprodução @thiagocostaoficial
Thiago Costa sofreu acidente com moto aquática no dia 11 de novembro Foto: Thiago Costa / Reprodução @thiagocostaoficial / Reprodução @thiagocostaoficial
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O cantor sertanejo Thiago Costa recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência em Ananindeua, no Pará. Conforme informações do portal G1, o artista foi encaminhado para um quarto da instituição nessa quinta-feira (18).

Thiago sofreu um acidente em 11 de novembro, quando pilotava uma moto aquática e foi atingido por uma lancha. O cantor de JBL no Paredão e Trocar de Ex sofreu fratura exposta na perna direita e também fraturou o antebraço. 

Durante o período de internação, ele já passou por duas cirurgias e precisou receber seis bolsas de sangue por conta das intervenções. Nas redes sociais, o Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) chegou a fazer uma campanha de apelo para repor o estoque. 

Ainda na quinta-feira, a equipe do artista havia informado que ele apresentava melhora no estado clínico e já respirava sem ajuda de oxigênio

Em comunicado nas redes sociais do artista, foi anunciado que todos os shows dele estão cancelados até a sua recuperação. "Agradecemos as orações, amor, carinho e boas energias que o nosso querido Thiago Costa vem recebendo", diz um trecho do texto.

Investigação

O acidente envolvendo o sertanejo ocorreu no Furo Maquari, uma área de rio em Belém. Na moto aquática estavam o cantor e outra pessoa, que também foi socorrida pelos bombeiros com ferimentos. Informações sobre os ocupantes da lancha, como o nome do condutor e quantas pessoas estavam a bordo, não foram divulgadas pela Capitania dos Portos. 

De acordo com o G1, a Marinha, através da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), instaurou um inquérito sobre o caso, que deve ser concluído em até 90 dias. 


 
 
 
 
 
 
 
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