Em ascensão e pegada de funk: conheça a DJ Jad - Entretenimento

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Estrelas da Periferia07/12/2021 | 10h54Atualizada em 07/12/2021 | 10h54

Em ascensão e pegada de funk: conheça a DJ Jad

Artista, que mora em Novo Hamburgo, começou a carreira por incentivo de um dos nomes mais queridos da música gaúcha.

Em ascensão e pegada de funk: conheça a DJ Jad Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
DJ começou a carreira em 2019 Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Otávio Frota Júnior, o Frotinha, um nomes mais queridos e populares da música gaúcha, foi um dos principais incentivadores da carreira recente da DJ Jade Guimarães, 23 anos. Em 2019, Frotinha, que morreu em abril deste ano, após uma discussão de trânsito na RS-240, em São Leopoldo, era produtor e empresário de nomes como MC Jean Paul, além de manter uma empresa que agenciava DJs. Foi esse gancho que fez surgir a DJ Jad, nome artístico que a guria, que mora em Novo Hamburgo, mas é natural de Camaquã, usa atualmente.

- O Frotinha era um grande cara, me incentivou muito, não tenho palavras quando lembro dele. Naquele ano, ele me ligou e perguntou se eu não conhecia uma DJ, pois ele precisava para a agência. Sempre fui apaixonada por tudo que é tipo de música. E eu falei, brincando: "me coloca aí". E e ele disse, sério: "faz o curso de DJ que te trago pra cá" - lembra Jad.

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Na época, ela demorou algumas semanas para decidir por fazer o curso. Quando começou, logo na terceira aula (de um total de seis), já foi contratado para tocar em festas na região.

- Eu morria de medo, de ter dificuldade de usar todos aqueles equipamentos ao mesmo tempo. As coisas aconteceram muito rápido, minha agenda ficou lotada logo nos primeiros meses de carreira - lembra Jad, que se especializou em tocar funk e rap.

Começo forte

Com a semana preenchida por shows, Jad virou cara conhecida no meio, mesmo com pouco tempo de carreira. Uma das festas mais conhecidas que ela tocava era a quinta louca, ao lado de MC Jean Paul, no bar Alternativo, em Novo Hamburgo. Ainda naquele fim de 2019, recebeu convites para tocar fora do Rio Grande do Sul.

- Toquei em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Fui muito bem recebida por lá - lembra.

Daí, veio a pandemia de coronavírus, os shows pararam. Ela lembra que seu sentimento era de desespero, mas que não queria ser uma artista que, durante o período da proibição dos shows, tocava em eventos clandestinos. 

- Optei por isso, acho que fiz o certo. E mesmo agora, quando as festas começaram a voltar, estava com receio de como seria. Mas as coisas estão indo muito bem - celebra. 

Em dezembro, a agenda da gaúcha já está lotada, com shows nas noites de Natal e Ano-Novo. No dia 12, ela estará em um evento de funk, na Arena do Grêmio. No ano que vem, ela pretende lançar sua primeira música, totalmente independente. Aliás, independência é uma boa definição para o atual momento de Jad.

- Antes, eu estava em uma agência. Hoje, sou minha própria empresária, produtora, DJ. Hoje, eu faço tudo na minha carreira - celebra. 


 
 
 
 
 
 
 
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