Ministério Público de Minas Gerais denuncia cantor Eduardo Costa por estelionato - Entretenimento

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Quatro anos de investigação01/12/2021 | 08h44Atualizada em 01/12/2021 | 08h50

Ministério Público de Minas Gerais denuncia cantor Eduardo Costa por estelionato

Caso envolve um contrato de compra e venda de imóvel feito em 2015

Ministério Público de Minas Gerais denuncia cantor Eduardo Costa por estelionato Eduardo Costa / Reprodução @eduardocosta/Reprodução @eduardocosta
Cantor Eduardo Costa é denunciado pelo MP-MG por estelionato Foto: Eduardo Costa / Reprodução @eduardocosta / Reprodução @eduardocosta
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O cantor Eduardo Costa foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por estelionato. A denúncia foi formalizada pela 12ª Promotoria de Belo Horizonte e o pedido de condenação foi oferecido à Justiça na última quinta-feira (25). As informações são do jornal O Globo.

De acordo com a publicação, Eduardo Costa e Gustavo Caetano da Silva, cunhado e sócio do cantor na empresa EC13 Produções LTDA, são denunciados por um contrato de compra e venda de um imóvel feito em 2015. As investigações contra os dois começaram em 2017.

Segundo a Polícia Civil, os sócios teriam adquirido um imóvel no valor de R$ 9 milhões no bairro Bandeirantes, em Belo Horizonte. Como parte do pagamento, teriam oferecido outro imóvel, localizado no balneário de Escarpas do Lago, em Capitólio, também em Minas Gerais, e avaliado entre R$ 6,5 milhões e R$ 7 milhões. A diferença de valores seria paga com uma lancha, uma carro de luxo e uma moto aquática.  

Durante a negociação, no entanto, Eduardo Costa e Gustavo Caetano da Silva teriam omitido que o imóvel de Escarpas do Lago era objeto de uma ação de reintegração de posse desde 2012, e também era alvo de outra ação pública desde 2013. O Ministério Público Federal (MPF) pedia a demolição parcial do terreno, que estaria em uma área de preservação permanente. 

O fato teria sido descoberto pelas duas vítimas, um casal, somente quando tentaram registar o imóvel. Segundo a promotoria, Eduardo Costa e Gustavo Caetano da Silva omitiram as informações de forma dolosa, obtendo “vantagem ilícita” em prejuízo das “vítimas”. 

Em 2018, o sertanejo prestou depoimento no Departamento Estadual de Investigação de Fraudes, em Belo Horizonte, e afirmou que não agiu de má-fé. Ele também garantiu que o casal sabia que o terreno estava em uma área de preservação permanente. 

Até o momento, o cantor não se pronunciou sobre a denúncia. Ao portal G1, a assessoria dele informou que não irá se manifestar.

 
 
 
 
 
 
 
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