Guri de Uruguaiana conta seus causos do Alegrete - Entretenimento

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Só se fala noutra coisa!29/04/2022 | 14h31Atualizada em 29/04/2022 | 14h31

Guri de Uruguaiana conta seus causos do Alegrete

Humorista lembra, ainda, sobre um velório inusitado que aconteceu na cidade

Guri de Uruguaiana conta seus causos do Alegrete Fabrício Eckhard / Divulgação/Divulgação
Vê se eu posso com isso, chê? Foto: Fabrício Eckhard / Divulgação / Divulgação

Desdobre  no delegado

Chê! Este causo não só é verídico, como de fato aconteceu. Foi lá numa cidadezinha perto do Alegrete. O Onofre estava dirigindo borracho, dando carona para um amigo dele, o Oclésio, mais borracho ainda… De repente, foram parados em uma blitz. Os brigadianos levaram os dois para a delegacia. Enquanto aguardavam o delegado para fazer o interrogatório, o Onofre falou para o Oclésio: 

- Pssst! Deixa que eu falo! 

O delegado chegou: 

- Muito bonito, senhores Onofre e Oclésio! Dirigindo alcoolizados! Os dois vão passar a noite em cana para aprenderem a lição! 

O Onofre falou: 

- Olha aqui, seu delegado! Sabe com quem está falando? Ou vocês me soltam ou vou chamar meu irmão, que trabalha Assembleia, minha irmã, que é promotora, e meu pai, um procurador, que vai vir de Brasília! 

O delegado, com medo de se incomodar com tantas autoridades, resolveu liberá-los. Quando já estavam no portão, o Oclésio disse: 

- Onofre, que história é essa de ter parentes importantes? Mentiu para o delegado?
- Não menti! É que meu irmão é membro da Assembleia de Deus, minha irmã é promotora de produtos de beleza e meu pai é procurador de emprego! Tá ali ele, veio nos buscar de Brasília amarela - respondeu.

Mas que barbaridade! 

Causos de velório

coluna do guri de uruguaiana, 30 de abril de 2022<!-- NICAID(15081546) -->
Que falta de opção, criatura!Foto: Fabrício Eckhard / Divulgação

Chê! Esta história aconteceu em um velório no Alegrete. O melhor amigo do finado, para fazer bonito, resolveu dizer algumas palavras. Mas, quando abriu a boca para falar, deixou cair a dentadura dentro do caixão! Para não pagar mico, ele improvisou: 

- Vai em paz meu amigo, e leva contigo o meu último sorriso. 

Mas que barbaridade! Na mesma capela, em outra ocasião, morreu a sogra de um compadre meu. Que sorte a dele... Digo, que azar, né, chê!? 

Depois da fala do padre, emocionante uma barbaridade, o genro da falecida tomou a palavra para fazer um discurso: 

- Senhor, receba a minha a sogra com a mesma alegria com a qual a estamos enviando! 

Que barbaridade!

Tirinha do Guri

Foto:


 
 
 
 
 
 
 
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