"Dizem que a vida acaba aos 40 anos e sinto que estou apenas começando", diz Gisele Bündchen - Entretenimento

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Aos 4119/05/2022 | 10h01Atualizada em 19/05/2022 | 10h02

"Dizem que a vida acaba aos 40 anos e sinto que estou apenas começando", diz Gisele Bündchen

Gaúcha estrela a capa de junho da revista Vogue britânica e relembra rotina exaustiva do início da carreira

"Dizem que a vida acaba aos 40 anos e sinto que estou apenas começando", diz Gisele Bündchen @gisele Instagram / Reprodução/Reprodução
Foto: @gisele Instagram / Reprodução / Reprodução

A top model Gisele Bündchen, 41 anos, estrela a capa da edição de junho da revista Vogue britânica. Para marcar seu retorno à publicação pela primeira vez em sete anos, a gaúcha exibe sua beleza em uma reportagem fotográfica de 22 páginas.

— Acho que me sinto melhor nos meus 40 do que nos meus 20 — afirmou ela à publicação. — Todos nos dizem que a vida acaba aos 40 anos e sinto que estou apenas começando.

No bate-papo, Gisele revelou que está prestes a lançar um livro de receitas. A publicação irá reunir receitas caseiras, pessoais, que promete refletir o menu que alimenta sua família.

— A ideia do livro veio porque meus amigos e familiares me perguntavam: "Como você faz isso? Como você faz seus filhos comerem isso?" Você supõe que as pessoas sabem, mas muitas não. Adoro compartilhar coisas que me deixam feliz, coisas para ajudar mães que querem fazer refeições saudáveis ​​e sobremesas saudáveis ​​para seus filhos — explicou.

Gisele também lembrou de sua rotina exaustiva e nada saudável do início da carreira na conversa. 

— Do lado de fora, parecia que eu tinha tudo e tinha apenas 22 anos. Por dentro, sentia como se tivesse atingido o fundo do poço — relatou ela, que sofria de ansiedade e ataques de pânico. — Eu estava começando meu dia com um mocha frappuccino com chantilly e três cigarros, depois bebendo uma garrafa de vinho todas as noites. Imagine o que isso estava fazendo com a minha mente...

Por recomendação de um amigo, ela procurou a ajuda de um naturopata, que prescreveu uma desintoxicação geral: sem açúcar, sem grãos, sem laticínios, sem cafeína, sem álcool, sem cigarros.

— Acho que essas foram as piores enxaquecas que já tive na vida. O médico, ele era francês, me chamava de "Adrenalina" — contou. — Lembro-me dele dizendo: "Bem, você quer viver?" Era tão simples.

Três meses depois, seus sintomas desapareceram. Reavaliar seus hábitos alimentares a aproximou da cultura alimentar que conhecera quando jovem, no interior do Rio Grande do Sul. Antes de ser levada para Tóquio para seguir a carreira de modelo aos 14 anos, Gisele desfrutava de uma vida relativamente simples. Todas as manhãs, sua mãe preparava smoothies para o café da manhã com abacates colhidos direto da árvore em seu quintal e ela e suas cinco irmãs comiam arroz e feijão "pelo menos cinco vezes por semana".

— A ideia de que tomar um comprimido pode resolver meus problemas sempre me pareceu errada, porque essa nunca foi minha experiência — explicou ela. — Se você colocar um band-aid em um corte, isso não significa que ele irá embora.


 
 
 
 
 
 
 
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