Pagodeira feminina: conheça Francine Falcão - Entretenimento

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Estrelas da Periferia24/05/2022 | 10h11Atualizada em 24/05/2022 | 10h11

Pagodeira feminina: conheça Francine Falcão

Cantora começou na música na infância, fez Faculdade de Música e hoje tem projetos solo que chama atenção nas redes.

Pagodeira feminina: conheça Francine Falcão Jorge Perassi / Divulgação/Divulgação
Cantora começou a tocar piano na infância Foto: Jorge Perassi / Divulgação / Divulgação

Literalmente, a história de Francine Falcão com a música começou na infância. A guria, que nasceu no bairro Jardim Carvalho, na Zona Leste da Capital, e que, hoje, mora no bairro Partenon, começou na música aos cinco anos de idade, fazendo aulas de piano.

- Sempre gostei de cantar, dançar, tocar instrumentos, tudo que envolvia a música. Na adolescência, fiz algumas aulas de violão, bateria, canto e, com 12 anos, aprendi sozinha a tocar cavaquinho - lembra a guria, hoje com 29 anos.

Com 14 anos, a precoce artista entrou para um grupo de pagode, Agora Ki São Elas, que atualmente não existe mais. Porém, as experiências da cantora a levaram para um lado mais lúdico da música: a Faculdade de Música.

- Com 16 anos, comecei a cursar Faculdade de Música e formei com 19. No fim da faculdade, já comecei a trabalhar dando aulas de música - revela.

Inquieta, aos 21 anos, entrou na Faculdade de Fonoaudiologia, com o objetivo de unir a experiência que já tinha em música com os conhecimentos de fono, para se tornar uma profissional especialista em voz.

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Empoderamento

Depois de terminar a faculdade, Francine começou a cantar em bares, pubs e festas, fazendo shows acústicos e com banda, com repertório variado. Na época, mesclava pop, samba, pagode e MPB. Porém, seu coração batia mais forte para o lado do samba e do pagode.  Daí, chegou a pandemia de covid-19, em 2020, e a gaúcha foi convidada para participar do programa TVZ, do Multishow, 

Em 2020 na pandemia fui convidada para participar de um quadro do programa TVZ do Multishow, chamado Show do Chuveiro, onde ela "cantava no chuveiro".

- Então, no fim de 2021 eu entendi que o meu coração realmente batia mais forte para o pagode e comecei a investir mais nisso. Gravei minha primeira música, de minha autoria, que ainda não foi lançada. Também comecei a fazer vídeos no Instagram cantando e tocando cavaquinho, o que faço até hoje,  o que possibilitou que muitas pessoas conhecessem o meu trabalho - comenta.

A guria acabou chamando atenção nas redes sociais e teve seus vídeos repostados por nomes como Suel, Belo,Vitinho e Menos é Mais, entre outros:

- Atualmente, sigo cantando em festas, eventos e pubs. Tenho o projeto Fran Falcão Acústico e Pagodinho da Fran Falcão, nos quais canto muito pagode e samba. Carrego muito comigo é a questão da mulher no pagode. Ainda temos poucas mulheres no meio e acho que nós mulheres temos que valorizar umas as outras, pois todas juntas são mais fortes. Se eu pudesse me definir em uma frase seria: mulher de atitude, cheia de alegria e que leva o pagode sempre para onde vai.

Pitaco

Diego Garcia, produtor artístico, fala sobre o trabalho de Francine:

- Uma cantora com um talento inestimável, será um dos grandes nomes deste ano.

Aqui, o espaço é todo seu

- Para participar da seção, mande um pequeno histórico da sua banda, dupla ou do seu trabalho solo, músicas e vídeos e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br.

- Para falar com Francine, ligue para 99273-7706



 
 
 
 
 
 
 
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