"Queria que ela fosse um homem", diz Maitê Proença sobre Adriana Calcanhotto - Entretenimento

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sexualidade27/06/2022 | 09h19Atualizada em 27/06/2022 | 09h19

"Queria que ela fosse um homem", diz Maitê Proença sobre Adriana Calcanhotto

Atriz e cantora assumiram o namoro no fim do ano passado

"Queria que ela fosse um homem", diz Maitê Proença sobre Adriana Calcanhotto Reprodução / Reprodução/Reprodução
Maitê Proença e Adriana Calcanhotto assumiram o namoro em novembro do ano passado Foto: Reprodução / Reprodução / Reprodução

Maitê Proença voltou a comentar sobre o relacionamento com Adriana Calcanhotto. As duas estão juntas há pelo menos um ano, mas assumiram o namoro apenas no fim do ano passado. 

— Eu queria que ela (Adriana) fosse homem. Para essa atividade sempre gostei mais de homem. Mas ela é mulher, gosto dela e aceito isso — contou Maitê em entrevista à revista JP.

A atriz ponderou:

— Sei que as feministas e os LGBTs não vão gostar do que acabei de dizer, mas, honestamente, é assim, entendeu? Posso experimentar algo diferente para estar com ela.

Maitê e Adriana têm uma relação discreta. Esta, porém, não foi a primeira vez que a atriz de 64 anos falou sobre a namorada. À Veja, recentemente, ela comentou que sofreu alguns ataques preconceituosos desde que o relacionamento se tornou público.

— Acho que neste momento as pessoas estão mais comedidas com relação ao preconceito, elas têm medo das consequências. Ainda assim, recebi mensagens nas redes do tipo "você me decepcionou" ou "isso é pecado". Ora, com homem não é pecado, mulher é?

A atriz nunca havia se relacionado com outra mulher antes de Adriana. Já a cantora foi casada com Suzana de Moraes, que morreu em 2015.

Também à Veja, Maitê falou sobre a vida sexual com a namorada: 

— Agora é bem mais legal, sim. Antigamente, eu estava lá investigando, experimentando um pouco aqui e ali. Precisei fazer muitas experiências para chegar a um lugar mais livre e relaxado — declarou. — Depois de uma determinada fase da vida, você tem de ficar com pessoas com quem consiga conversar, para não ter de traduzir para o outro tudo o que percebe do mundo.

 
 
 
 
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