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Olheiro DG21/01/2014 | 10h04

Artilheiro em Gre-Nais, Everton é a opção caseira de velocidade para o Grêmio

Aos 17 anos, o menino vindo do Ceará já treinou com o grupo de Enderson Moreira

Artilheiro em Gre-Nais, Everton é a opção caseira de velocidade para o Grêmio Rodrigo Fatturi/Divulgação Grêmio
Everton (de colete laranja) vai receber oportunidades com Enderson Moreira Foto: Rodrigo Fatturi / Divulgação Grêmio
Torcedor gremista, guarde esse nome: Everton. Mais precisamente Everton Souza Soares. Ele é uma das principais apostas gremistas para 2014. O atacante completará 18 anos em março, tem 1,75m e já está nos planos do técnico Enderson Moreira para ser a opção de velocidade que falta no grupo principal.

Mesmo que tenha características para atuar aberto, compondo a linha de três atrás do centroavante, o faro de gol do guri franzino trazido do Fortaleza, impressiona. Tanto quanto sua estrela em Gre-Nais. Em sete clássicos, fez cinco gols.

Everton foi descoberto pelo Grêmio Na Copa Carpina, disputada em Pernambuco, em 2012. O Grêmio saiu campeão e colocou o olho no atacante rápido do Fortaleza que incomodou os zagueiros.

No começo do ano passado, o guri desembarcou no Olímpico. Era para ser por empréstimo até 2014, mas foi comprado dos primeiros seis meses em Porto Alegre. Nascido em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, passou batido pelo inverno rigoroso do Sul. Agora, com contrato até 2016, mata as saudades da mãe Maria Eleniza, do pai Carlos Alberto, e do irmão, João Víctor, por telefone e via internet. É assim que também mantém contato com a namorada, Stephanie Santos.

— Tenho a meta de chegar ao profissional ainda neste ano. Gosto de bater de fora da área, cobrar faltas e driblar. Mas do que mais gosto mesmo é fazer gol — diz, confiante.

Magrinho, quase um fiapo, ganhou quatro quilos de massa muscular no Grêmio para aguentar o tranco dos zagueiros. Para integrá-lo ao profissional, o clube projeta que precise ainda de mais dois quilos.

Fã de Cristiano Ronaldo, além de preferir atuar pelo lado esquerdo, copia o esparadrapo no punho esquerdo. Na semana passada, Everton subiu para Bento e treinou sob o olhar de Enderson por três dias. Agradou o chefe, recebeu orientações dele e ouviu conselhos dos mais experientes.

— Conversei com o Enderson e ouvi sobre a necessidade de um atacante de velocidade. Ele me disse para não ter receio de tentar. Werley, Pará e o Edinho também falaram bastante comigo. Me chamaram de Cebola e Cebolinha, pela minha cabeça — conta Everton, sem conter o riso.

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