Cacalo: "A lentidão do mercado" - Grêmio - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão tricolor27/12/2017 | 07h00Atualizada em 27/12/2017 | 07h00

Cacalo: "A lentidão do mercado"

As dificuldades financeiras das equipes sobressaem à vontade de adquirir novos atletas

Cacalo: "A lentidão do mercado" Ivan Storti/Santos/Divulgação
Foto: Ivan Storti / Santos/Divulgação
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Ao contrário de outros tantos finais de temporada, percebe-se que neste 2017, aproximando-se o início de 2018, as transações no mercado da bola estão ocorrendo de forma muito vagarosa. Apenas uma ou duas equipes estão contratando mais de um atleta e investido valores elevados nesses reforços. Por exemplo, o Palmeiras, que está gastando importâncias vultuosas, e Lucas Lima serve como ilustração, sem contarmos com um novo goleiro, uma troca com o Cruzeiro de um lateral esquerdo e outros jogadores de menor expressão. 

Por outro lado, esta mesma equipe está deixando sair alguns atletas, o que também reduz sua folha salarial, tais como Zé Roberto, que se aposentou, e Roger Guedes, um jovem e bom jogador que está  trocando de time. O Corinthians também trouxe para seu elenco dois atletas que, mesmo não sendo jovens, ainda assim constituem-se em aposta para efeito de time grande. 

Aqui no Sul, o Grêmio ainda está silencioso, mas trata de renovar contratos importantes. O Internacional contrata jogadores, que independente de serem aprovados ou não, são apostas e vem de clubes da Série B. As dificuldades financeiras das equipes sobressaem à vontade de adquirir novos atletas. Qualquer aquisição neste momento tem sido muitíssimo bem avaliada, para que erros não sejam cometidos, tais como foram algum tempo atrás, Kleber Gladiador no Grêmio e Anderson no Inter, apenas para exemplificar. 

Trabalho para as direções

Mas apesar de todos estes obstáculos de ordem financeira, espera-se mais de nossos clubes, e não me refiro tão somente aos do Sul, mas a maioria dos clubes brasileiros. Respeite-se, no entanto, que determinadas agremiações possuem elenco semiprontos e algumas contratações pontuais seriam suficientes. Há outros, porém, que ainda não tem sequer técnico garantido, e isso deve ser providenciado, pois no mês de janeiro começam as competições oficiais. É hora de férias para jogadores e de trabalho para as direções.

 
 
 
 
 
 
 
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