Cacalo: "Grêmio sentiu a ausência de tantos titulares"  - Grêmio - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão tricolor24/05/2018 | 07h00Atualizada em 24/05/2018 | 07h00

Cacalo: "Grêmio sentiu a ausência de tantos titulares" 

Parece que o time de Renato Portaluppi esqueceu a sua forma de jogar

Cacalo: "Grêmio sentiu a ausência de tantos titulares"  Anderson Fetter/Agencia RBS
Jogo sem brilho na Arena Foto: Anderson Fetter / Agencia RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

No primeiro tempo, o Grêmio repetiu as últimas más atuações, abusando de toques laterais e improdutivos. Tentava jogadas pelo meio, setor rigorosamente fechado pela marcação uruguaia. Muito poucas jogadas de profundidade pelos lados do campo, uma vez que os laterais tentavam avançar, mas tinham à frente obstruída quando chegavam próximo da área adversária. 

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Na segunda etapa, Grêmio melhorou sua atuação, com mais velocidade e imposição técnica. Ainda assim, não foi o Grêmio o que estávamos acostumados a ver. A vitória veio com um belo chute de Luan que, visivelmente, teve uma boa participação no segundo tempo. O Tricolor é campeão do grupo e terá os benefícios futuros. 

Maturidade política

Terça feira à noite, fui convidado e estive numa reunião interna do Grêmio com a presença de muitos conselheiros, membros da diretoria, no caso o vice Paulo Luz, o chefe de gabinete da presidência, Marco Bobsin, e do comando do Conselho Deliberativo, na pessoa de seu vice-presidente, Alexandre Bugin. Inicialmente, fiquei muito feliz com o convite e, como não poderia deixar de ser, compareci. 

Faz algum tempo que sou unicamente um torcedor, mas não poderia me furtar de ajudar o clube numa reunião importante. Foram tratados assuntos exclusivamente de ordem interna, com muito debate em alto nível. Mas o que me chamou mais atenção, e confesso, pela minha ausência de participações anteriores,  foi a transparência e a maturidade das pessoas que lá estiveram. Refiro-me, especialmente aos chamados movimentos políticos do clube. 

Tive sempre alguma resistência a tais movimentos, porque entendia, numa primeira avaliação, que faziam política em momento inoportuno. Estava equivocado. Todos, sem exceção e não vou nominá-los, tiveram uma participação madura, altamente responsável e pensando no interesse do clube. Tudo começa pelo espaço que foi dado a todos pelo presidente Romildo, que estabeleceu uma forma de governança plural, ouvindo seus pares e todos os demais setores do clube. 

Paz interna

Fiquei satisfeito e entendi porque o clube vive um momento da mais absoluta paz interna. E isto decorre não só dos resultados de campo, mas muito por esta convivência pacífica entre todos os segmentos, mesmo que haja opiniões eventualmente distintas, que fazem parte do processo democrático. E o clube tende a crescer cada vez mais. 

 

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