Luciano Périco: "Posse de bola pode ser enganosa" - Grêmio - Esporte - Diário Gaúcho

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Gigante da Galera23/05/2018 | 08h10Atualizada em 23/05/2018 | 08h10

Luciano Périco: "Posse de bola pode ser enganosa"

De pouco adiante controlar o jogo se o time não tiver infiltração para furar retrancas

Luciano Périco: "Posse de bola pode ser enganosa" Lucas Uebel/Gremio.net
Time de Ramiro ficou com a bola por 71% do tempo de jogo contra o Paraná, o maior índice da última rodada do Brasileirão Foto: Lucas Uebel / Gremio.net

Segundo o site Footstats, o Grêmio foi a equipe que teve a maior posse de bola na 6ª rodada do Brasileirão. 

Abusando dos toque laterais, a média tricolor ficou em 71% contra o Paraná. 

Mas o placar não saiu do 0 a 0. Faltou poder de infiltração gremista na retranca paranaense. 

Já o Atlético PR, de Fernando Diniz, chegou a 64% de posse. Mas e o resultado do jogo? Derrota por 2 a 0 para um Flu pragmático. 

No duelo nordestino, o Vitória ficou com os três pontos, enquanto o Ceará teve a bola durante 58% do tempo. 

O Santos ficou com a bola 55%, mas a vitória foi do São Paulo. E o Botafogo? Teve 54% de posse e perdeu para o América-MG. 

O que isso significa? É importante também ter a bola para buscar a vitória. O controle do jogo desgasta o adversário e ajuda na tarefa defensiva. Só que não adianta nada ter a bola no pé mais tempo, se não se sabe o que fazer com ela. 

O importante da posse de bola é a qualidade e não a quantidade. Tudo com intensidade, marcação, velocidade e finalização! 


 
 
 
 
 
 
 
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