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Caminho do gol19/06/2018 | 14h08Atualizada em 19/06/2018 | 14h08

O que a Copa da Rússia mostra aos treinadores de Grêmio e Inter

As primeiros partidas da 21ª edição do Mundial da Fifa mostram mais uma vez que, quando as individualidades falham e as defesas estão muito fechadas, a bola parada é uma solução

O que a Copa da Rússia mostra aos treinadores de Grêmio e Inter Lucas Uebel / Divulgação, Grêmio/Divulgação, Grêmio
Renato Portaluppi aponta o caminho para o centroavante André no CT tricolor Foto: Lucas Uebel / Divulgação, Grêmio / Divulgação, Grêmio

O gremista Renato Portaluppi e o colorado Odair Hellmann não devem tirar os olhos da TV durante a maratona de jogos da Copa do Mundo da Rússia. Não faltam lições sobre futebol. 

Em cinco dias, ainda sem contabilizar as três partidas disputadas nesta terça-feira (19), mais da metade dos gols marcados, ou 18 dos 35, nasceram de bola parada: quatro em cobranças de falta, sete em tiros livres indireto ou escanteio e outros sete de pênalti.

Os gols mostram a importância dos treinamentos específicos. Quando a individualidade não resolve, quando as defesas estão mais fechadas do que o normal, nem precisa ser grande contra pequeno, a bola parada é a solução. Rende gols, vitórias, posições preciosas.

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- Sabemos desde o primeiro momento que os esquemas táticos estão muito fechados. É isso que vamos ver nos jogos da primeira fase, as bolas paradas serão uma arma determinante - explicou Aliou Cissé, técnico de Senegal. 

O período de trabalho extra que os clubes brasileiros ganharam com a realização da Copa do Mundo da Rússia, ou 32 dias, podem ser bem aproveitados, depois dos dias destinados ao descanso. Treinar todos os tipos de cobranças de falta, perto ou distante da grande área, é um dever. Ensaiar jogadas, posicionar estrategicamente zagueiros, volantes e atacantes na área adversária, é outro caminho ao gol. 

Treinar, treinar e treinar.  A bola parada supera defesas sólidas. A Copa lembra. Não há novidade no processo. O Mundial da Rússia só lembra uma das seguras rotas do gol. 

Odair Hellmann, Inter
Com Odair Hellmann, o Inter alcançou o quarto lugar no Brasileirão depois de 12 rodadasFoto: Ricardo Duarte / Inter/Divulgação

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