Cacalo: apesar dos prejuízos pela arbitragem, Grêmio não tem produzido o que se espera - Grêmio - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Tricolor05/02/2021 | 07h00Atualizada em 05/02/2021 | 07h00

Cacalo: apesar dos prejuízos pela arbitragem, Grêmio não tem produzido o que se espera

Quantidade de empates e a sequência de sete jogos sem vitória demonstram que o time não vem bem

Cacalo: apesar dos prejuízos pela arbitragem, Grêmio não tem produzido o que se espera André Ávila / Agencia RBS/Agencia RBS
Equipe tricolor aparenta falta de ânimo e de preparo físico nas partidas mais recentes Foto: André Ávila / Agencia RBS / Agencia RBS
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Os fatores aleatórios ao jogo jogado dentro do campo têm prevalecido nas rodadas do Campeonato Brasileiro. Em relação ao Grêmio, então, são visíveis os prejuízos que o clube tem sofrido. No entanto, preciso, por uma questão de justiça, fazendo uma análise das atuações gremistas, dizer que o nosso time não tem correspondido. 

Jogar mal, porém, não significa permitir que seja prejudicado pelas arbitragens. A quantidade de empates e a sequência de sete partidas sem vitória demonstram que o time não vem bem. Talvez até oscile dentro do próprio jogo, mas no cômputo geral, não vem produzindo o que se espera. 

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Avaliando à distância, de quem assiste pela televisão, quero enfocar dois pressupostos que me parecem não estar sendo atendidos. Não vejo na equipe um preparo físico de alto nível. Às vezes, fico em dúvida se é falta de preparo, de força física ou se realmente o time é sonolento dentro do campo.

Isso pode se dever à característica ou ao perfil de alguns atletas, que talvez não tenham capacidade de ocuparem os espaços na forma tática que o treinador joga. Parece-me que, no meio-campo, sempre está faltando um jogador. Isso fragiliza a marcação e desgasta a defesa, que precisa partir para o enfrentamento direto com os atacantes adversários. 

Falta ânimo

Não faço terra arrasada e não busco culpados individualmente, mas aparenta faltar um pouco mais de ânimo aos nossos atletas. Há muita cadência e pouca força no contexto geral — claro, com algumas exceções. Não é possível perder ou permitir empates em jogos importantes e decisivos faltando dois ou três minutos para o final.

 
 
 
 
 
 
 
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