Cacalo: é difícil entender algumas escolhas no time do Grêmio - Grêmio - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão tricolor05/10/2021 | 10h00Atualizada em 05/10/2021 | 10h00

Cacalo: é difícil entender algumas escolhas no time do Grêmio

Se Kannemann não pode jogar, por que fica no banco? Por que Rafinha, que é bom jogador, é deslocado para o lado esquerdo, se há três atletas especialistas daquele lado? 

Cacalo: é difícil entender algumas escolhas no time do Grêmio Lucas Uebel / Grêmio/Divulgação/Grêmio/Divulgação
Por que Rafinha, que é bom jogador, é deslocado para o lado esquerdo, se há três atletas especialistas daquele lado? Foto: Lucas Uebel / Grêmio/Divulgação / Grêmio/Divulgação
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Apesar do mau momento, não me entreguei. Continuo acreditando no Tricolor, mesmo ciente da enorme dificuldade que ainda temos pela frente. Enquanto há vida, há esperança e, com base neste ditado popular, sigo esperando uma reabilitação gremista. 

Nada me impede, no entanto, de reconhecer as péssimas atuações e os resultados negativos decorrentes. Há circunstâncias no próprio time que são de difícil entendimento.

Exemplifico: por que Rafinha, que é bom jogador, é deslocado para o lado esquerdo, se há três atletas especialistas daquele lado? Há muitas críticas em relação a Cortez, mas esquecem que o  clube conquistou títulos com ele de titular. Não é o ideal, mas teve e tem utilidade.

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Diogo Barbosa nunca correspondeu. Pelo que assistimos dessa última partida, apesar do resultado, me parece que Guilherme Guedes deveria ser o titular do momento. 

Se há Jean Pyerre, Darlan, Campaz e Lucas Silva que manteriam o esquema de três volantes, por que Alisson no meio-campo? Ele é bom jogador na sua função de ponta, colaborativo com o setor de meio, mas não produz o suficiente para ser o "número 10", na articulação. 

Se Kannemann não pode jogar, por que fica no banco? Não faço estas colocações exclusivamente em termos críticos, mas questionando as razões destas decisões. 

Jamais escolheria alguém isoladamente para responsabilizar pela situação, pois creio que tudo é decorrente de equívocos coletivos. A hora é de serenidade, mas de alterações na forma de condução do futebol gremista de parte de todos os envolvidos. Ainda há tempo. 

 
 
 
 
 
 
 
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