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Paixão Tricolor15/06/2022 | 08h00Atualizada em 15/06/2022 | 08h00

Cacalo: falta equilíbrio técnico ao time do Grêmio

No futebol, se ganha ou se perde no meio-campo

Cacalo: falta equilíbrio técnico ao time do Grêmio Marcelo Jacques Alvarenga / Grêmio/Divulgação/Grêmio/Divulgação
Gabriel Silva é uma boa alternativa para o time de Roger Machado Foto: Marcelo Jacques Alvarenga / Grêmio/Divulgação / Grêmio/Divulgação
Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins

cacalo@diariogaucho.com.br

Na coluna pós-jogo, fiz referência à formação do time e, sem maiores avaliações, concluí apressadamente que a equipe gremista jogou contra o Sport com uma escalação, para o meu gosto pessoal, um tanto quanto desequilibrada. Antes de tudo, quero repetir o que já afirmei inúmeras vezes: empilhar atacantes não é, nem nunca foi, garantia de um ataque funcionando bem e certeza de gols.

Ainda mais considerando que o Grêmio tem atuado com três zagueiros, dois alas e apenas dois meio-campistas típicos no setor. Isso dificulta as assistências aos atacantes — que, por sua vez, têm sido auxiliares do meio-campo, sem que tenham características para tanto.

Biel e Janderson são esforçados, voltam para marcar e são atacantes que se encontram um tanto deslocados da função. Deveriam ficar prioritariamente como jogadores ofensivos, agudos e velozes. Bitelllo não pode sair do time, por todas as qualidades que possui, com capacidade de atuar em qualquer das funções do meio-campo.

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Nessas condições, na minha modesta visão de futebol, o jogo se ganha ou se perde no meio-campo e, assim sendo, creio que restaria uma dúvida para efeito de composição da equipe.

Mudança

Seria a saída de um dos volantes para que Bitello e Gabriel Silva compusessem o setor de meio. Que seriam acompanhados ainda por dois atacantes típicos. E um deles poderia, por eventual necessidade, voltar e ajudar na marcação de meio. Concluo que temos de povoar o meio com jogadores de qualidade e não empilhar atacantes fora de suas funções.

 
 
 
 
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