Marcelo Carôllo: "Indefinições vermelhas" - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada07/02/2018 | 07h00Atualizada em 07/02/2018 | 07h00

Marcelo Carôllo: "Indefinições vermelhas"

Inter ainda não tem time titular

Marcelo Carôllo: "Indefinições vermelhas" Anselmo Cunha/Especial
Foto: Anselmo Cunha / Especial

Se alguém te para na rua e pergunta qual é a escalação titular do Inter, o que tu responderias? Sabemos que Danilo Fernandes é o melhor arqueiro que temos. É o nosso camisa 1, beleza. Mas e depois?

Bem, depois tudo é caos e loucura. 

A lateral direita segue uma eterna e imensa incógnita. Temos Winck, Danilo Silva, Dudu. Ninguém, aqui, aparece como unanimidade. A zaga, ah, a zaga. Essa, sim. É a melhor do Brasil. Klaus e Cuesta formam a melhor combinação de um argentino e de um brasileiro em uma linha defensiva neste país. 

A lateral esquerda é um drama menor. Parece claro que Iago apenas guarda a posição para Uendel. Quando o segundo voltar, tudo se resolve. Do meio para frente é que as coisas variam muito. Jogaremos com três volantes? Charles e Dourado realmente não conseguirão jogar juntos? D’Alessandro deve ficar centralizado, aberto, recuado? No banco? Pottker joga aonde? Damião ou Roger na frente? Não há certezas aqui.

Tentativa e erro

A melhor parte, nisso tudo, é que Odair ainda tem algum tempo de Gauchão para testar escalações e esquemas. Depois dos jogos tenebrosos contra Boavista e Brasil-Pel, a primeira lição deste início de temporada é: três volantes não estão funcionando bem. O time tem criado pouco e, em contrapartida, não tivemos grande poder de marcação.

Aproveita, seu Hellmann, essas rodadas para definir um time. Só o que eu te peço, neste Estadual, é que quando chegarmos no nosso último jogo da primeira fase, que façamos um jogo digno do manto vermelho que vestimos.

 

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