Lelê Bortholacci: nunca estivemos tão perto de Gre-Nais históricos - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Colorada16/08/2019 | 07h01Atualizada em 16/08/2019 | 07h01

Lelê Bortholacci: nunca estivemos tão perto de Gre-Nais históricos

Colunista comenta sobre a possibilidade de dois clássicos na decisão da Copa do Brasil

Lelê Bortholacci: nunca estivemos tão perto de Gre-Nais históricos Fernando Gomes/Agencia RBS
Odair Hellmann terá ótima oportunidade de mostrar grande trabalho Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Com a vantagem conquistada pelo coirmão contra o Athletico-PR, aumentou consideravelmente a probabilidade de um Gre-Nal decidir a Copa do Brasil. A iminência de vivenciarmos dois clássicos de um tamanho que nunca antes vimos mexe demais com ambas as torcidas. Mas os dois times ainda têm 90 minutos pela frente, cada um com sua vantagem.

É provável que sustentem? Sim. Muito! Mas já sou vacinado com essa de "vêm aí dois Gre-Nais por tal competição". Nas outras vezes em que isso podia acontecer, virou uma grande decepção. É claro que, desta vez, os times inspiram muito mais confiança. Mas, como estamos falando de futebol, só acredito depois dos respectivos apitos finais na noite de 4 de setembro.

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Enquanto isso, no Brasileirão, a opção por time totalmente reserva no jogo contra o Fortaleza é acertada. Teremos as três semanas mais importantes da história recente do clube. Nas próximas quartas-feiras, o Internacional pode carimbar sua passagem para uma semifinal continental e uma final nacional. Nada é mais importante do que isso. Os jogadores que embarcaram para a longa viagem até o Ceará sabem disso. E têm, no jogo de sábado, uma ótima oportunidade para mostrar a Odair Hellmann que podem ser chamados a qualquer momento.

A data de hoje sempre será diferente para mim e para a grande maioria dos colorados. A noite de 16 de agosto de 2006 jamais sairá da minha memória. Do início do jogo com o placar conseguido no Morumbi; do aumento da vantagem no gol de Fernandão; do êxtase com o gol de Tinga ao imediato pavor com sua expulsão; dos 10 minutos mais longos da minha vida; da explosão de emoção ao apito final. A noite que nunca terminou. E que nunca vai terminar. 

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