Lelê Bortholacci: o Inter terá de ser mais do que heroico se quiser seguir na Libertadores - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada21/08/2019 | 23h56Atualizada em 21/08/2019 | 23h56

Lelê Bortholacci: o Inter terá de ser mais do que heroico se quiser seguir na Libertadores

Time colorado foi derrotado por 2 a 0 pelo Flamengo no Maracanã

Lelê Bortholacci: o Inter terá de ser mais do que heroico se quiser seguir na Libertadores Ricardo Duarte/Divulgação / Internacional
Inter de Rafael Sobis (D) suportou o Flamengo de Willian Arão no primeiro tempo, mas acabou sofrendo gols no segundo Foto: Ricardo Duarte / Divulgação / Internacional
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Na disputa entre o poderoso ataque do Flamengo e a sólida defesa do Inter, deu Mengão. O anuncio feito pelos cariocas na véspera da partida, dizendo que Gabigol não jogaria, foi um grande blefe. Com o centroavante entre os 11, os rubro-negros entraram com o que tinham de melhor. Mas conseguiram muito pouco no primeiro tempo. Foram apenas chutes de longe. 

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Mesmo com dificuldades para encaixar um contra-ataque, quando conseguiu, o Inter criou sua única grande chance com Guerrero, que foi travado na hora do chute.

A estratégia de segurar o Flamengo dava certo. A nação rubro-negra chiava no Maracanã. Mas faltava velocidade no contra-ataque. Entraram Wellington Silva e Nico López, só que quem encaixou o contra-ataque foi justamente o dono da casa. 

Se Gabigol foi deslocado para buscar o jogo lá atrás, Bruno Henrique apareceu dentro da área. A bola sobrou pra ele, que não perdoou. O gol afetou tanto o Inter que nem deu tempo de respirar e veio o segundo.

Com a vantagem, o recuo do Flamengo era inevitável. O Inter foi para cima, e Nico desperdiçou uma chance imperdível, lembrando aquele Nico López que chutava "de olhos fechados". Era o gol que faria a diferença, mas não aconteceu. Ficou bem complicado. Na próxima quarta-feira, o Inter terá de ser mais do que heroico se quiser seguir na Libertadores.

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