Lelê Bortholacci: Inter pagou o preço pela falta de ambição contra o Cruzeiro - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada07/10/2019 | 09h00Atualizada em 07/10/2019 | 09h00

Lelê Bortholacci: Inter pagou o preço pela falta de ambição contra o Cruzeiro

Equipe de Odair Hellmann não conseguiu pressionar o adversário e cedeu o empate

Lelê Bortholacci: Inter pagou o preço pela falta de ambição contra o Cruzeiro Ricardo Duarte/Inter/Divulgação
Inter de Marcelo Lomba recuou demais e possibilitou o empate ao Cruzeiro Foto: Ricardo Duarte / Inter/Divulgação
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

O assunto não é novidade, mas se repetiu sábado à noite, em Belo Horizonte. Depois de abrir o marcador e entusiasmar seu torcedor por uns 20 minutos, o Internacional, mais uma vez, diminuiu a intensidade do seu jogo, quis administrar a vitória parcial e acabou deixando dois pontos no Mineirão, contra um adversário completamente bagunçado e desesperado, que segue na zona de rebaixamento e não parece nem de longe o grande Cruzeiro que já foi em outros tempos.

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Sim, eu sei que o gol de empate surgiu de um pênalti inexistente, num erro conjunto do árbitro de campo e do VAR. Mas esses erros fazem parte de um contexto que não vai mudar tão cedo. A arbitragem brasileira é amadora e nem com a tecnologia ao seu lado mostra evolução. Isso é mais um motivo para que nunca, jamais, um time se dê por satisfeito quando estiver vencendo por um gol de diferença.

Para mim, não adianta ficar aqui tentando argumentar contra a arbitragem porque, repito, ela é ruim. Erra pra todos os lados. O que me interessa é porque o Internacional não tenta ampliar a vantagem depois de abri o placar. 

O gol construído no sábado mostra que há qualidade e entrosamento no grupo. Foi uma jogada linda, com toques de primeira e movimentação, entrando na área do adversário com cinco jogadores – dos quatro “volantes” ditos por alguns, três deles estavam ali –, numa clara demonstração que o Inter iria para cima desde cedo.

História repetida

Que nada. Bastou o gol e veio o recuo. A administração da vantagem. E todo mundo sabe o que acontece quando o comportamento é esse. Não fosse a falha grotesca do árbitro, tudo já mostrava que o gol de empate do Cruzeiro era questão de tempo. E mais: se não fosse Marcelo Lomba, teria sido pior.

Lá se foram mais dois pontos. O G-4 vai se distanciando, e a vitória contra o CSA na próxima rodada passa a ser obrigação. Que seja uma vitória consistente e convincente. Ou será que, mais uma vez, o Internacional vai entrar em campo para fazer um gol e administrar o resultado?

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