Lelê Bortholacci: reflexões de um fim de temporada - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Colorada10/12/2019 | 09h00Atualizada em 10/12/2019 | 09h00

Lelê Bortholacci: reflexões de um fim de temporada

Nem o mais otimista imaginava um vice-campeonato nacional no começo de 2019

Lelê Bortholacci: reflexões de um fim de temporada Mateus Bruxel/Agencia RBS
Inter terminou o ano com vitória em casa e o 7º lugar no Brasileirão Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Fim de temporada. Hora de se analisar o que deu certo e o que deu errado. O que seguir e o que mudar. Se é bem verdade que o ano de 2019 nos causou frustrações, não podemos esquecer que elas só existiram porque grandes expectativas foram criadas. E convenhamos: lá no início do ano, nem o mais otimista dos torcedores do Inter imaginava um vice-campeonato nacional, não é mesmo? 

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Perdemos o título para o melhor time da competição. Que, inclusive, seguiu mostrando um dos melhores níveis de futebol do país. É claro que poderíamos ter ganho, mas é importante — e obrigatório — que saibamos entender que, às vezes, perdemos pelo simples motivo de que o adversário é/foi melhor. Se o ano termina melancólico e com jogadores rendendo muito pouco, é injusto esquecer que estes mesmos jogadores nos levaram de volta a uma final nacional depois de dez anos. 

Ficar em sétimo no Brasileirão é ruim? Com certeza. Mas, ainda assim, ganhamos uma vaga na Libertadores e outra nas oitavas da Copa do Brasil. Há muitos jogadores que não justificaram suas contratações, com certeza. Assim como alguns que merecem sequência. Não entre nessa onda de que “nada presta”. Times campeões se forjam com derrotas. Com sofrimento. Com peças, dentro e fora do campo, que farão parte do processo, mas que não estarão presentes no dia de levantar a taça. O futebol é exatamente assim. E nós, colorados, seguiremos acreditando que o próximo ano, poderá ser o melhor ano do resto de nossas vidas.

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