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Paixão colorada01/04/2020 | 08h00

Lelê Bortholacci: sejamos, pelo menos, responsáveis

O duro e ingrato isolamento social tem um único objetivo: salvar vidas

Lelê Bortholacci: sejamos, pelo menos, responsáveis Antonio Valiente/Agencia RBS
Se possível, fique em casa Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Impressionantes e muito preocupantes os números divulgados nesta terça-feira (31) comprovando o aumento de casos confirmados de covid-19 no Brasil. Comparados com os números de segunda-feira, foram mais que o dobro de novos casos. O número de mortes, infelizmente, também segue a mesma curva ascendente, ou seja, as perspectivas não são nada boas. Por isso, nós seguimos pedindo a você: fique em casa!

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Um dos grandes problemas desta pandemia é que as ações que são colocadas em prática hoje surtem efeito somente algumas semanas depois. Se as autoridades — pelo menos, as responsáveis — impuseram que milhões de pessoas fiquem em casa, é porque existem fatos concretos que validam está difícil decisão. Tenha certeza absoluta que nenhum político faz isso baseado em "achismos". Pelo menos, os responsáveis.

Se você está angustiado sem sair de casa, saiba que, caso as autoridades italianas e espanholas tivessem tomado a mesma atitude que nosso governador, por exemplo, os assustadores números de mortes nesses dois países certamente não seriam tão altos.

Salvar vidas

E isso não é um "palpite". É informação baseada nos números oficiais da doença, e que você pode encontrar em fontes dignas — e responsáveis — de todo o mundo, com a maior facilidade, pelo seu smartphone ou no computador. O duro e ingrato isolamento social tem um único objetivo: salvar vidas. Se não podemos fazer isso de forma direta – como os enfermeiros, médicos, sanitaristas, etc — sejamos, pelo menos, responsáveis.

 
 
 
 
 
 
 
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