Lelê Bortholacci: em números, o coronavírus já vitimou um público de Gre-Nal - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

Versão mobile

 
 

Paixão Colorada24/06/2020 | 09h00Atualizada em 24/06/2020 | 09h00

Lelê Bortholacci: em números, o coronavírus já vitimou um público de Gre-Nal

Os 100 dias sem um único jogo ainda nos causam estranheza, ainda mais num ano onde projetávamos até um recorde de clássicos

Lelê Bortholacci: em números, o coronavírus já vitimou um público de Gre-Nal Jefferson Botega/Agencia RBS
Gre-Nal da Libertadores foi último jogo com torcida no Estado Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Acabamos de completar 100 dias de paralisação do futebol. Algo totalmente inédito para uma geração inteira que se apaixonou pelo esporte e se acostumou a tê-lo permanentemente em suas vidas durante o ano inteiro, excluindo-se apenas o período das férias de verão. Os mais de três meses sem um único jogo ainda nos causam estranheza, ainda mais num ano onde projetávamos até um recorde de Gre-Nais, com pelo menos dois deles na Libertadores.

E foi, justamente, o primeiro clássico pela competição sul-americana, o último jogo com público presente aqui em Porto Alegre. Naquela noite, mais de 53 mil pessoas estiveram na Arena. De lá pra cá, o vírus se espalhou logo o mesmo numero será usado para registrar a quantidade de mortos em nosso país. É uma referência que mostra o tamanho dessa tragédia. 

Leia mais
Investimento: sete jogadores que ainda têm direitos vinculados ao Inter
Em crise financeira, Inter atrasa salários de maio dos atletas e promete pagamento até o dia 29
Aposentado, Guiñazu aguarda fim da pandemia para trabalhar no Talleres: "Gostaria de continuar no gramado"

O novo coronavírus já nos levou um estádio lotado. Muitas dessas pessoas, certamente, acompanharam aquele jogo presencialmente, ou pela tv. E não estão mais entre nós. Isso é muito triste. E assustador. Porque os números seguem aumentando e, por consequência óbvia, a volta do futebol vai ficando ainda mais distante. Tomara que as medidas mais duras tomadas pelas autoridades deem resultado. 

Torço muito para que as coisas voltem ao normal mas, para isso acontecer, cada um vai ter que fazer a sua parte. Ou aprendemos agora a pensar coletivamente, ou as coisas podem ficar bem piores num futuro muito breve.

 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros