Luciano Périco: a dura missão dos dirigentes do Inter é matar um leão por dia - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Equilíbrio26/06/2020 | 07h00Atualizada em 26/06/2020 | 07h00

Luciano Périco: a dura missão dos dirigentes do Inter é matar um leão por dia

A queda de receitas nas finanças do clube é o principal problema para ser administrado no Colorado

Luciano Périco: a dura missão dos dirigentes do Inter é matar um leão por dia Isadora Neumann/Agencia RBS)
Marcelos Medeiros tem o desafio de enfrentar a crise em virtude do coronavírus Foto: Isadora Neumann / Agencia RBS)

Se tivéssemos que escolher uma trilha sonora para o atual momento das finanças do Inter, poderia ser o clássico de Paulinho da Viola, composto a toque de caixa para ser a novela Pecado Capital em 1975, ano do título do Brasileiro que abriu o tri. O primeiro verso da canção diz “dinheiro na mão é vendaval”. Foi assim com a entrada dos recursos da linha de crédito da CBF na conta do clube. Um reforço de caixa importantíssimo e inesperado. Serviu como alívio imediato para colocar em dia os salários que estavam em atraso. 

A grana passou zunindo pelo cofre da tesouraria colorada. Novos recursos serão repassados ao Inter em mais duas parcelas. E o destino será o mesmo. Não há como contestar a medida. É questão fundamental preservar a remuneração dos atletas e funcionários na data certa. Em tempos bicudos, os dirigentes colorados precisam matar um leão por dia. 

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Desde que assumiu o comando do Inter, o presidente Marcelo Medeiros vem tendo uma sequência de tarefas árduas. Primeiro precisou buscar o equilíbrio das contas do clube, que foram dilaceradas pela gestão anterior. Depois precisou resgatar o clube de uma incômoda Série B. O novo desafio é encarar de frente as agruras de uma pandemia, que parou o mundo do futebol e deixou as receitas com quedas vertiginosas. 

O principal apoio para superar a fase difícil virá dos sócios, que precisam manter as mensalidades em dia. Só que não podemos esquecer que muitos torcedores também estão mergulhados na crise imposta pela covid-19. Algo imponderável é a venda de atletas. Por enquanto, não há no radar nenhuma transferência encaminhada, apenas especulações. Outra possibilidade é contar com a verba que vem de jogadores que estão em outros clubes e podem ser negociados, com a grana entrando pelo mecanismo de solidariedade da FIFA.

 
 
 
 
 
 
 
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