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Paixão Colorada05/08/2020 | 09h00Atualizada em 05/08/2020 | 09h00

Lelê Bortholacci: a estatística e a ansiedade do Inter

Com poucos meses de trabalho Coudet já entendeu o tamanho do clássico e vai fazer de tudo pela primeira vitória

Lelê Bortholacci: a estatística e a ansiedade do Inter Marco Favero/Agencia RBS
Eduardo el chacho Coudet admitiu estar incomodado com o fato de ainda não ter vencido um Gre-Nal Foto: Marco Favero / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Em uma rivalidade centenária como a Gre-Nal, é óbvio que incomoda - e muito - um longo período sem vencer o principal adversário. Já vi isso acontecer com os dois lados, e sempre a necessidade do fim do jejum gera grande ansiedade. Esse é um dos fatores que mais me preocupa no Inter que encara o Grêmio na Arena na noite desta quarta-feira (5): a ansiedade pela vitória.

Tenho certeza de que os jogadores colorados se sentem incomodados. Nosso treinador está incomodado. Quem não estaria? Mas, também, todos eles sabem que o caminho para voltar a vencer o rival já foi encontrado, e não faz muito tempo.

Se voltarmos para março, vamos lembrar daquele Gre-Nal da Libertadores onde, caprichosamente, a bola bateu duas vezes na trave e nos impediu uma vitória — com o perdão da redundância — libertadora. Se houve uma equipe que mereceu a vitória naquele jogo, foi o Internacional de Coudet.

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Só que daí veio a interrupção do futebol. E no primeiro jogo após a parada da pandemia, uma atuação ruim que acabou em derrota mais por um lance fortuito do que pela atuação em si. Mas foi mais uma derrota. Chegando a oito clássicos sem uma única vitória.

Peso nas nossas costas

Não ha como negar que esse "peso nas costas" entra em campo hoje vestindo vermelho. Além de ter de vencer um adversário que joga junto há mais tempo, o Internacional vai atrás desse alivio, dessa libertação. E tem totais condições de conseguir, principalmente se repetir o que jogou da ultima vez em que esteve no Humaitá. 

 
 
 
 
 
 
 
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