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Paixão Colorada02/02/2021 | 09h00Atualizada em 02/02/2021 | 09h00

Lelê Bortholacci: um grupo que faz história

Marca de nove vitórias seguidas no Brasileirão deixa evidente a força do nosso elenco

Lelê Bortholacci: um grupo que faz história Isadora Neumann / Agencia RBS/Agencia RBS
Com 33 rodadas disputadas, Colorado é líder do Brasileirão, com 65 pontos Foto: Isadora Neumann / Agencia RBS / Agencia RBS
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Já falei aqui diversas vezes que times ganham jogos e grupos ganham títulos. Se estamos vivos na disputa pelo Brasileirão, fica evidente a força do nosso grupo de jogadores. Se, para disputar três competições simultâneas, o grupo era “corto” — e era —, bastou ficarmos vivos em apenas uma que os resultados começaram a reaparecer. E não foram quaisquer resultados.

O expressivo e histórico número de nove vitórias consecutivas não apenas transformou o Inter em um dos principais candidatos ao título, como já colocou estes jogadores na história. Eles conseguiram, afinal, a maior sequência vencedora na era dos pontos corridos.

Este é o tipo de dado que vai aumentando, cada vez mais, a confiança do torcedor. Até aquele “colorado anos 90”, mais pessimista, que se nega a acreditar no que está acontecendo, já olha tudo de outra forma.

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Por outro lado, é incrível como a possibilidade de título brasileiro do Inter tem mexido com a cabeça de torcedores de outros times. O que tem de teoria da conspiração aparecendo não é pouca coisa. Os caras chegam a querer mudar regras do futebol para defender teses malucas.

Vejam o pênalti marcado a nosso favor no último domingo: o árbitro deu, o VAR revisou, todos os comentaristas de arbitragem que eu vi, da TV e do rádio, confirmaram. Em entrevista na saída do campo, o jogador Weverton, do Bragantino, admite que a bola bateu em sua mão. E, mesmo com todas estas evidências, existe gente falando em “favorecimento” da arbitragem ao Inter.

A banca paga e recebe

Fica parecendo até um certo desespero. Tenham calma, amigos. Tentar mudar o que diz a regra e ir contra todo mundo fica feio. Ainda há muita bola para rolar, e erros de arbitragem ocorrerão a favor e contra todos. Sempre foi assim. A banca paga e recebe. 

 
 
 
 
 
 
 
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