Lelê Bortholacci: o Gre-Nal de Chapecó - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Colorada12/07/2021 | 07h00Atualizada em 12/07/2021 | 07h00

Lelê Bortholacci: o Gre-Nal de Chapecó

Inter só não saiu da Arena com uma vitória pela atuação do goleiro gremista

Lelê Bortholacci: o Gre-Nal de Chapecó MARCELO OLIVEIRA / FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Gabriel Chapecó evitou os gols colorados no clássico de sábado Foto: MARCELO OLIVEIRA / FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO / FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Pelo título, pode parecer que o clássico de sábado (10) foi disputado na maravilhosa cidade do oeste catarinense. Mas não. O Gre-Nal disputado na Arena mostrou um Inter superior ao Grêmio quase o tempo inteiro, e o clássico só não terminou com vitória nossa pela atuação exuberante do goleiro tricolor Gabriel Chapecó. 

Ficou escancarado o acréscimo que Taison dá ao time, seja na parte técnica ou anímica. A cena dele no banco de reservas, no segundo tempo, ajudando Aguirre a passar instruções para a zaga, em espanhol, é daquelas que fazem o torcedor ter a certeza que está bem representado. Temos liderança novamente! 

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Bruno Méndez mostrou ser um zagueiro que não gosta de complicar. Dar bico para frente, às vezes, não é feio. É necessário. Mas o grande destaque foi Yuri Alberto. Participou praticamente de todas os lances perigosos, seja no arremate final ou no penúltimo passe. Aguirre precisa encontrar uma formatação de time que deixe ele o mais próximo possível do gol adversário. Nossas chances aumentarão com certeza.

A vitória não veio, mas o torcedor colorado não pode reclamar de nada do time. Agora é torcer para que haja sequência e que o conjunto evolua. A Libertadores já está de volta e, no Brasileirão, precisamos rumar para a parte de cima na tabela o mais rápido possível. Pelo que vi sábado, há esperança.

Messi faz história no Maracanã

No encontro de uma seleção em que todos jogam pelo seu principal atleta contra outra que muitos querem resolver sozinhos, venceu o coletivo. A Argentina volta a vencer a Copa América e, finalmente, o gênio Lionel Messi pode levantar uma taça vestindo a camisa alviceleste. Justo e histórico.

 
 
 
 
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