Marcelo Gonzatto: é hora do Inter lembrar as lições do rebaixamento - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Colorada01/08/2021 | 18h26Atualizada em 01/08/2021 | 18h26

Marcelo Gonzatto: é hora do Inter lembrar as lições do rebaixamento

Torcedor colorado começou a olhar para a parte de baixo da tabela

Marcelo Gonzatto: é hora do Inter lembrar as lições do rebaixamento Mateus Bruxel / Agencia RBS/Agencia RBS
Inter ficou no empate em 0 a 0, no Beira-Rio, com o Cuiabá no sábado Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS / Agencia RBS

É, amigos, como diria Galvão Bueno, vai se criando um clima terrível no Beira-Rio. Os torcedores do Inter começam a olhar para a tabela do Brasileirão e enxergar, lá na linha do horizonte, o risco de uma nova queda para a Série B.

Se não conseguimos ganhar do Cuiabá em casa, como no sábado do triste empate em 0 a 0, iremos bater o Flamengo no Rio? O Fluminense em Porto Alegre? O Atlético-GO em qualquer lugar? O sub-15 do Anapolina? Já não sabemos. Por isso, é hora de lembrar algumas lições que a dura viagem rumo à segunda divisão em 2016 deixou, para evitarmos destino igual agora:

1) É preciso vencer em casa: nem precisa ser todos os jogos. Nem os times da ponta de cima da tabela. Mas é preciso ganhar no Beira-Rio de times do meio da tabela para baixo. 

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2) Não adianta trocar de treinador só por trocar: em 2016, passamos por Argel, Falcão, Roth, Lisca. Se for para mudar, que seja com critérios rigorosos. 

3) Base não faz milagre: em 2016, muitos torcedores tinham uma solução mágica: tirar os veteranos e botar a gurizada. "Aylon resolve", garantiam. "Andrigo é melhor do que qualquer um desses", diziam. A base pode ajudar, mas não segura sozinha um rojão desses.

Violência só atrapalha

4) Violência não resolve: junto com os maus resultados, costumam aparecer ameaças de agressão a atletas e dirigentes, atos de vandalismo ou coisa pior. Esse tipo de atitude só piora o ambiente. Criticar faz parte do jogo, violência, não.

5) Se alguém falar em "pacto por vitórias", já era.

 
 
 
 
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