Lelê Bortholacci: o dilema de Aguirre para o próximo jogo do Inter - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão Colorada16/09/2021 | 07h00Atualizada em 16/09/2021 | 07h00

Lelê Bortholacci: o dilema de Aguirre para o próximo jogo do Inter

Não estranharia se o nosso treinador mandasse a campo dois volantes de mais contenção

Lelê Bortholacci: o dilema de Aguirre para o próximo jogo do Inter Ricardo Duarte / Inter/Divulgação/Inter/Divulgação
Rodrigo Dourado retorna ao time após cumprir suspensão e Inter deve ter, novamente, dois volantes mais defensivos Foto: Ricardo Duarte / Inter/Divulgação / Inter/Divulgação
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

O jogo do Inter no próximo domingo (19) apresenta um grande desafio para Diego Aguirre. Mesmo que o Fortaleza venha de uma sequência de resultados negativos pelo Brasileirão, é um time que merece muitos cuidados. Tem um conjunto muito bem organizado e ataca qualquer adversário, independentemente de onde joga. Inclusive, a última vitória no campeonato foi sobre o Palmeiras, em São Paulo.

Sou contra, mas não estranharia nem um pouco se o nosso treinador mandasse a campo dois volantes de mais contenção como Dourado e Lindoso, protegendo mais a entrada da área. Principalmente porque ele vai voltar a ter Taison e sua velocidade para uma saída mais rápida.

O Flamengo e seu privilégio

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O futebol segue imitando a vida. No caso do brasileiro, então, nem se fala. Os dirigentes do Flamengo conseguiram criar o pior clima possível com todos os outros 19 clubes que disputam o Brasileirão ao se ampararem em uma liminar para ter o "direito" de voltar a receber torcedores no estádio antes dos demais. Vale ressaltar que isso é resultado de uma manobra jurídica muito bem tramada e dentro da lei. 

Mas fica bem claro que o Flamengo — por intermédio de seus dirigentes, que fique bem claro — preferiu ir ao STJD e se beneficiar sozinho, do que fazer algo conjunto com todos os outros diretamente interessados no assunto que, inclusive, se reuniram semana passada no congresso técnico da CBF em um encontro que teve apenas um ausente, justamente o Flamengo. É o "eu", antes do bem comum. A cara desse Brasil de privilégios para uns e restos para outros.

 
 
 
 
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