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Paixão Colorada31/12/2021 | 09h00Atualizada em 31/12/2021 | 09h00

Francisco Luz: evolução também fora de campo

Nenhum dos jogadores colorados que passaram por cirurgia em 2020 voltou no mesmo nível em 2021

Francisco Luz: evolução também fora de campo Ricardo Duarte / Divulgação/Inter/Divulgação/Inter
Rodrigo Moledo operou os ligamentos do joelho em janeiro e ainda não tem previsão de voltar Foto: Ricardo Duarte / Divulgação/Inter / Divulgação/Inter

A verdadeira "invasão" portuguesa de treinadores no futebol brasileiro, agora com a confirmação de Paulo Sousa no Flamengo e a presença de Abel Ferreira no Palmeiras, vai muito além das ideias táticas e técnicas que os novos comandantes trazem da sua vida na Europa. Vai além do campo, inclusive. E é algo que mostra bem a distância entre o esporte de alto rendimento que se pratica lá e aqui.

Como exemplo no Inter: departamento médico. Rodrigo Moledo operou os ligamentos do joelho em janeiro e ainda não tem previsão de voltar. Rodrigo Dourado fez uma artroscopia, algo considerado simples, em 2019, e ficou mais de um ano parado. Aliás, nenhum dos jogadores colorados que passaram por cirurgia em 2020 voltou no mesmo nível em 2021.

Isso não é só um problema de preparação física, ou de falta de tempo — o problema crônico por excelência do futebol brasileiro. No mesmo 2019 em que Dourado passou por apuros com o joelho, o Flamengo, então com Jorge Jesus de técnico, trouxe médicos que trabalharam com o português no Benfica. Esses médicos operaram Arrascaeta entre os jogos da semifinal da Libertadores, contra o Grêmio. A ida foi no dia 3 de outubro, e a volta, no dia 24. Neste meio tempo, o meia uruguaio se lesionou, passou por artroscopia e esteve em campo na goleada por 5 a 0 no Maracanã.

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É uma diferença brutal entre o que se viu neste caso e os problemas médicos que o Inter enfrenta. Medicina esportiva não pode ser ação entre amigos. Que a direção busque nomes de excelência também para o DM.

 
 
 
 
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