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Paixão colorada12/01/2022 | 09h00Atualizada em 12/01/2022 | 09h00

Lelê Bortholacci: a reapresentação do Inter e a expectativa da torcida

Colorado não tem dinheiro para grandes contratações e precisa vasculhar o mercado

Lelê Bortholacci: a reapresentação do Inter e a expectativa da torcida Ricardo Duarte / Inter/Divulgação/Inter/Divulgação
A reapresentação do grupo colorado teve gente nova, velhos conhecidos e algumas surpresas Foto: Ricardo Duarte / Inter/Divulgação / Inter/Divulgação
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

A reapresentação do grupo colorado teve gente nova, velhos conhecidos e algumas surpresas. Se é verdade que se mantém uma boa base do ano passado – e isso sempre é positivo –, fica a expectativa da torcida para mais anúncios a partir desta quarta-feira (12).

Todo mundo sabe que o Inter não tem dinheiro para grandes contratações e precisa vasculhar o mercado para encontrar os melhores negócios possíveis, mas eu não vejo essa pressa toda para que se contrate. Por dois motivos: primeiro, porque o treinador acabou de chegar e certamente está indicando nomes que, por sua vez, estão sendo analisados nos aspectos técnicos e financeiros; segundo, porque nenhum time começa a temporada com seu grupo 100% fechado.

Nunca é demais repetir que grande parte deste grupo foi vice-campeão brasileiro em 2020 e da Copa do Brasil em 2019, ou seja, tem qualidade, sim, mesmo com a temporada medonha de 2021.

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Surpresas nas idas e chegadas

Das dispensas anunciadas, me surpreendi com a de Juan Cuesta, que sempre era visto como titular nas categorias inferiores e que era relacionado com certa frequência para o grupo principal. Mas, sem nenhuma dúvida, a análise feita pela equipe de Gustavo Grossi – o “cacique” da base colorada – é muito melhor do que a minha.

Já nas permanências, o inusitado fica pela renovação de três anos com Moisés, um jogador que jamais convenceu como titular, mesmo sendo o preferido de todos os treinadores que passaram por aqui no mesmo período. 

 
 
 
 
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