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Paixão Colorada10/01/2022 | 09h00Atualizada em 10/01/2022 | 09h00

Lelê Bortholacci: o Inter não pode ficar na mão de empresário

Parte da torcida se mostrou frustrada pela "perda" de Nikão

Lelê Bortholacci: o Inter não pode ficar na mão de empresário Heuler Andrey / POOL/AFP/POOL/AFP
Nikão me agrada como jogador Foto: Heuler Andrey / POOL/AFP / POOL/AFP
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

No mesmo final de semana que o Inter anunciou a volta de D’Alessandro e a chegada de Liziero, parte da torcida se mostrou frustrada pela "perda" de Nikão que, depois de praticamente deixar tudo certo com o Colorado, viu seu empresário querer alterar as bases do negócio para ter uma comissão maior.

Em outros tempos, certamente isso não seria impeditivo para a continuidade da negociação, mas a atual diretoria do Inter, desde a campanha na eleição, tem como uma das principais bandeiras a austeridade financeira. A informação de que o "a mais" que o empresário queria gira em torno de 5 milhões de reais é um escândalo. 

Ora, se o jogador e o clube se acertaram, não pode ser a comissão do empresário que vai definir – ou não – o desfecho do negócio. E, convenhamos, não estamos falando de um jogador extra classe ou um selecionável, com todo o respeito.

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Nikão me agrada como jogador, está na melhor fase de sua carreira, foi protagonista no título da Sul-Americana conquistado pelo Athletico-PR e cairia muito bem numa equipe que se propõe a jogar com pontas bem definidos, mas o Inter não pode ficar na mão de jogador nenhum. Muito menos de empresários.

Defender os interesses do clube, sempre

Independentemente de quem esteja ocupando os cargos diretivos, a defesa dos interesse do clube sempre deve ser a premissa número um. Parabéns ao departamento de futebol pela postura e um abraço, com os desejos de muitas felicidades no São Paulo, para Nikão e seu empresário. 

 
 
 
 
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