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Paixão colorada31/03/2022 | 09h00Atualizada em 31/03/2022 | 09h00

Lelê Bortholacci: a conta sempre chega

Inter teve de usar dinheiro da venda de Yuri Alberto para pagar dívida cobrada na Fifa

Lelê Bortholacci: a conta sempre chega MAX PEIXOTO / DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO
Inter teve de usar dinheiro da venda de Yuri Alberto para pagar dívida cobrada na Fifa Foto: MAX PEIXOTO / DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO / DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

A notícia de que parte dos valores obtidos com a espetacular venda de Yuri Alberto serão utilizados para abater uma dívida trabalhista do clube com um jogador que nem chegou a atuar no time profissional é emblemática para entendermos o quanto uma administração ruim reflete nos resultados de campo, mesmo que muito tempo depois. É inadmissível que situações como essa ocorram sem que os responsáveis por tal bizarrice sejam punidos. 

Sim, porque isso é consequência da incompetência de alguém. Importante deixar bem claro que este caso específico nada tem a ver com a atual direção, pois trata-se de uma "herança" de gestões anteriores que foram se arrastando na justiça e que, agora, veio a público. Inacreditável.

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A fotografia está mudando

Muito se fala sobre um "grupo perdedor" no Inter e que a "fotografia precisa ser modificada", mas a grande verdade é que isso já está acontecendo. Se os títulos ainda não voltaram, a torcida não pode mais usar os argumentos acima como justificativa para isso. 

É só fazer um comparativo entre o grupo atual e o que esteve tão perto de conquistar a Copa do Brasil 2019 e o Campeonato Brasileiro 2020. Ainda estão no clube apenas Víctor Cuesta, Rodrigo Dourado e Edenilson e, os dois primeiros — além de cogitados para possíveis negociações — nem titulares mais são. A reformulação do grupo é uma realidade e só não vê quem não quer. 

 
 
 
 
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