Lelê Bortholacci: o que não está funcionando no Inter em 2022 - Inter - Esporte - Diário Gaúcho

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Paixão colorada12/05/2022 | 08h00Atualizada em 12/05/2022 | 08h00

Lelê Bortholacci: o que não está funcionando no Inter em 2022

Isso é consequência lógica de um esquema de jogo

Lelê Bortholacci: o que não está funcionando no Inter em 2022 Ricardo Duarte / Inter,Divulgação/Inter,Divulgação
A exceção da regra foram os três gols de Alemão em três jogos onde, veja só que "coincidência", ele recebeu a bola exatamente no lugar que um centroavante tende a ser feliz Foto: Ricardo Duarte / Inter,Divulgação / Inter,Divulgação
Lelê Bortholacci
Lelê Bortholacci

lele@atlantida.com.br

Se tem algo que não está funcionando no Inter em 2022, é o ataque. O baixo número de gols marcados é consequência lógica de um esquema de jogo que complicou a vida dos nossos centroavantes "de ofício". Todos os jogos são a mesma coisa. 

Se tem um "nove" escalado, ele vai estar isolado entre os zagueiros adversários e se obrigará a afastar-se da área e, consecutivamente, do gol, para tentar participar do jogo. A exceção da regra foram os três gols de Alemão em três jogos onde, veja só que "coincidência", ele recebeu a bola exatamente no lugar que um centroavante tende a ser feliz. 

Mas no funcionamento normal do time desta temporada, este isolamento do comandante do ataque custou a titularidade de todos que por ali são escalados. Por este motivo, fica fácil de entender a opção de Mano Menezes em mudar o esquema e treinar com Wanderson e David, abdicando da figura do centroavante "clássico" em troca de dois atacantes de mais mobilidade. 

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Importante, também, que a partir de agora o time passará a ter uma peça que ainda não teve na temporada: o articulador. Alan Patrick assume vaga de titular porque é obrigatório e necessário que tenhamos alguém para pensar o jogo, criar. E, com esta criação, certamente o time evoluirá e até a opção de usar o centroavante pode reaparecer em determinado momento. O grupo foi reforçado. Agora, é tudo com Mano Menezes. 

 
 
 
 
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